sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Com Sócrates é sempre a avançar


Total de desempregados cresceu 29,1 por cento em Setembro
23.10.2009 - 17h14
Por Lusa
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 29,1 por cento em Setembro em relação ao mesmo mês do ano passado e aumentou 1,7 por cento face a Agosto, segundo os dados hoje divulgados pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

No final de Setembro, encontravam-se inscritos nos Centros de Emprego do Continente e das Regiões Autónomas 510.356 desempregados, mais 115.113 indivíduos do que há um ano atrás. Face a Agosto, o aumento foi de 1,7 por cento, o que representa um acréscimo de 8.693 inscritos. Para o aumento homólogo do número de desempregados inscritos - uma tendência que se mantém desde Outubro de 2008 - contribuíram sobretudo as subidas do desemprego entre os homens (mais 46,2 por cento).

Louvor a quem o merece

Ao contrário do que as más línguas dizem por aí, Alberto Costa foi um dos melhores ministros de Sócrates. Foi um dos que melhor cumpriu o programa que justificou a sua escolha como Ministro do Caso Casa Pia e do Caso Freeport.

Ficamos a aguardar a retribuição que Sócrates lhe deve!...

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Remodelação governamental



Ao fim de quatro anos e meio de (des)governação, Sócrates, o engenheiro, faz a primeira grande remodelação governamental...

O óbvio...

... que uns não percebem e que outros não querem perceber...


Grande investimentos deveriam ser cancelados ou adiados

Dadas as forças depressivas sobre a economia seria recomendável uma política orçamental expansionista que suportasse o consumo e contrariasse as pressões deflacionistas.

Rui Peres Jorge
rpjorge@negocios.pt

Dadas as forças depressivas sobre a economia seria recomendável uma política orçamental expansionista que suportasse o consumo e contrariasse as pressões deflacionistas.

É aliás esta a receita que está a ser aplicado em todo o mundo desenvolvido. O problema em Portugal é que não há margem para o fazer, pelo menos com impacto significativo. “Uma politica orçamental errada, porque laxista, da década que precedeu a crise, deixou Portugal com muito pouco margem”, avalia Campos e Cunha.

O problema é tal ordem que o ex-ministro das Finanças duvida mesmo que a politica orçamental possa ser eficaz em Portugal: “estamos um com um problema de armadilha da liquidez. Ou seja, dados os elevados níveis de endividamento, o aumento dos gastos do Estado não tem o efeito desejado, pois este será anulado pelo aumento de poupança das famílias e níveis de consumo mais baixo”.

Segundo o especialista, famílias e empresas reagirão a duas expectativas: a de virem a pagar mais impostos, e a de verem aumentar os custos de financiamento, já que mais endividamento do Estado levará os mercados financeiros a exigirem juros mais elevados para emprestarem aos bancos nacionais.

A pequena margem orçamental que o Estado dispõe deve, por isso, ser usada em pequenos projectos de investimento público e não nas grandes obras. “Os grande projectos públicos deveria ser cancelados, se não todos, pelo menos alguns adiados e outros cancelados”, afirmou perante a plateia de economistas.

Para Campos e Cunha, os grandes investimentos não atacam a crise e agravam o que considera ser o problema estrutural mais grave de Portugal: o do endividamento do Estado.

Por um lado, muitos dos grandes projectos não garantem a rendibilidade económica para o futuro. “Gastamos o dinheiro e corremos o risco de ficar mais pobres em termos relativos”, sustentou. Por outro, o grande problema de endividamento em Portugal - e o factor que mais influencia o endividamento externo - é o excessivo peso da dívida pública, “a qual aumentará ainda mais com muitos desses projectos”.

Arquive-se...

Candidamente, o tempo vai correndo e decorrendo. Seis peixinhos miúdos, quase do tamanho do plancton, foram já constituídos arguidos.

Mas no peixinho graúdo, um tal cara de pau com narizinho de mentiroso, ainda não tocaram.

Para memória futura, arquive-se!... Arquive-se a notícia do Público. Quanto ao processo em si, convém que o Povo esteja atento!...






Autoridades britânicas já enviaram toda a documentação pedida sobre o caso Freeport

22.10.2009 - 08:02 Por António Arnaldo Mesquita




As autoridades britânicas já enviaram todos os documentos solicitados pela equipa do Ministério Público (MP) que investiga o caso Freeport, o que permitirá aos procuradores, investigadores e peritos envolvidos no esclarecimento da aprovação do outlet de Alcochete perceber o chamado "rasto do dinheiro".


A equipa do MP está a trabalhar em regime de dedicação exclusiva na análise dos indícios recolhidos. O objectivo de todos é apurar se houve ou não corrupção e tráfico de influências no licenciamento do Freeport, havendo já seis arguidos: os consultores Charles Smith e Manuel Pedro; o arquitecto Eduardo Capinha Lopes, Carlos Guerra, ex-presidente do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), José Manuel Marques, vice-presidente do ICN, e José Dias Inocêncio, ex-presidente da Câmara de Alcochete.

A marcha das diligências em curso foi acelerada na sequência da remessa pelas autoridades britânicas dos elementos pedidos pelos magistrados Vítor Magalhães e Paes Faria, do Departamento Central de Investigação e de Acção Penal (DCIAP), dirigido por Cândida Almeida. Os dois procuradores deslocaram-se recentemente a Londres, para análise de elementos obtidos pelos investigadores do Serious Office Fraud. Ambos viram finalmente concretizado o pedido da documentação que os ajudará a definir o rasto do dinheiro, alegadamente transferido pela empresa inglesa para presumíveis pagamentos de luvas.

A remessa dos documentos de Londres para Lisboa implicou uma aceleração do ritmo de trabalho, tendo os elementos da PJ de Setúbal responsáveis pela investigação passado a dedicar-se a tempo inteiro a este inquérito, o mesmo sucedendo com os peritos do Laboratório de Polícia Científica que estão a ultimar as perícias de documentos.

Prossegue também a ponderação dos indícios carreados para o inquérito por parte de procuradores e investigadores, o que poderá motivar a reinquirição de arguidos e/ou de testemunhas para serem confrontadas com novos factos apurados, ou para esclarecerem eventuais contradições detectadas.

Simultaneamente, está em curso a redacção do relatório final que servirá de base ao despacho dos procuradores Vítor Magalhães e Paes Faria do inquérito iniciado em Fevereiro de 2005, quando a PJ de Setúbal apreendeu documentação na Câmara de Alcochete e em outras empresas envolvidas neste processo.

Na semana passada, recorde-se, a TVI divulgou um fax que aludia ao pagamento de dois milhões de libras em luvas.

Quase um mês depois...



Quase um mês depois, Portugal continua sem governo.

Mas quem é que estará disposto a fazer parte de um governo presidido por uma criatura desta estirpe?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Calúnia

Se o Engenheiro pôs «as contas em ordem», isto só pode ser mais uma calúnia...



Nos primeiros nove meses do ano

Défice do subsector Estado mais do que duplicou
20.10.2009 - 19h35
Por Lusa
O défice do subsector Estado mais do que duplicou nos primeiros nove meses do ano para os 9.087,7 milhões de euros, comparativamente a igual período de 2008, indicou hoje a Direcção-Geral do Orçamento (DGO). As receitas fiscais caíram 13,4 por cento.

Na síntese de execução orçamental de Setembro, a DGO explica que o agravamento do défice (que se situava nos 3.572,1 milhões de euros no mesmo período de 2008) se deve à redução de 69,4 por cento da receita e ao aumento de 30,6 por cento da despesa entre Janeiro e Setembro deste ano.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Augusto SS

Por aqui, fico a saber que Augusto SS pode ser o próximo ministro da educação...



Acho uma excelente escolha para continuar a obra de Maria de Lurdes Rodrigues...

Partilha a mesma incompetência e arrogância desta criatura.

E vem confirmar a tese de que Sócrates fará tudo para obter eleições antecipadas, na esperança de obter maioria absoluta...

Sem título

Não sei que título hei-de dar a isto. E advirto que o título não é uma piada subliminar aos que usam títulos sem base académica e legal.

É que isto é mau demais.

É mau demais para os advogados que aconselham mal José Sócrates.

Ou então, se o objectivo era apenas atemorizar os jornalistas e opinadores livres, ainda é pior...




Processo contra João Miguel Tavares

José Sócrates volta a perder em tribunal

por CARLOS RODRIGUES LIMAHoje

José Sócrates volta a perder em tribunal

Primeiro-ministro queria levar a julgamento colunista do DN, mas juiz de instrução criminal de Lisboa arquivou, pela segunda vez, o caso

Depois de ter perdido à primeira, com o arquivamento pelo Ministério Público, José Sócrates voltou a carregar sobre João Miguel Tavares, colunista do DN. Mas não teve sorte. Um juiz do Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa (TIC) considerou que o artigo "José Sócrates, o Cristo da política portuguesa", apesar de ser uma crítica negativa, traduziu uma "manifestação legítima de uma opinião". Considerando o processo como arquivado.

Recorde-se que, no artigo em causa, publicado na edição de 3 de Março do DN, João Miguel Tavares, entre outras considerações, escreveu ser "uma vergonha da democracia portuguesa por ter à frente dos seus destinos um homem [José Sócrates] sem o menor respeito por aquilo que são os pilares essenciais de um regime democrático", falando também da "licenciatura manhosa" do primeiro-ministro e dos "projectos duvidosos de engenharia na Guarda".

Ora, José Sócrates queixou-se. Dizendo que o texto era "calunioso e ofensivo" e punha em causa a sua "integridade moral". Por sua vez, João Miguel Tavares explicou no processo que o seu artigo surgiu na sequência da intervenção de Sócrates no Congresso do PS, onde o primeiro-ministro zurziu sobre alguns órgãos de comunicação social.

Para o juiz, é "exactamente nesse ponto que a liberdade de expressão se exerce, na possibilidade de poder questionar as acções e opções políticas de um político, designadamente as que podem colidir com os princípios da democracia". E, na linha do Tribunal Europeu dos Direitos dos Homem, o magistrado judicial explica: "E é também neste tipo de situações que o direito à honra tem de ceder em prol da liberdade de expressão."

Para quem tenha dúvidas sobre o que é o debate no espaço público, o juiz de instrução criminal explica no acórdão: "Impedir que se comente a posição assumida por um político, em exercício de funções, relativamente aos comportamentos de determinados órgãos de comunicação social, bem como impedir que se possa considerar tal posição pouco democrática, é efectivamente impedir o livre debate de ideias."

Conclusão, "Sócrates, o Cristo da política portuguesa" é um texto que "se encontra plenamente inserido no exercício da liberdade de expressão".


DN





Estes acreditaram que havia "asfixia democrática"...



Portugal perde 14 lugares no "ranking" mundial da liberdade de Imprensa


No novo “ranking” dos Repórteres Sem Fronteiras (RSF), Portugal surge em 30º lugar, depois de ter integrado no ano passado a lista dos melhores 20 países para se fazer jornalismo em liberdade, ao classificar-se na 16º posição.

Na lista deste ano, o País surge empatado com o Mali e a Costa Rica, embora à frente de vários países europeus, como Espanha (44º), França (43º) e Itália (49º).

O "ranking" é liderado pela Dinamarca, que surge com idêntica classificação da Finlândia, Irlanda, Noruega e Suécia. No fundo da tabela, em 175º lugar, surge a Eritreia, logo depois da Coreia do Norte.

O relatório do RSF ressalta as melhorias observadas nos Estados unidos (agora classificados em 20º lugar), atribuindo-as ao “efeito Obama”.

Já a Europa “que foi durante muito tempo um exemplo em matéria de respeito pela liberdade de imprensa" continua a perder terreno, assim como Israel, a única democracia no Médio Oriente, onde o jornalismo é uma actividade cada vez mais condicionada, acusam os RSF.


Eva Gaspar
egaspar@negocios.pt


Piada do dia...


Jaime Gama elogia o pluralismo da comunicação social portuguesa

12:33 Na III conferência anual da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, Jaime Gama, presidente da Assembleia da República, elogiou a existência de uma imprensa plural e independente em Portugal, esperando ainda que essa matriz seja mantida no futuro.

Negocios.pt

Podridão...

Como numa cesta de fruta, a podridão transmite-se, mesmo entre poderes que o Estado de Direito Democrático estabeleceu como separados...


António Martins considera acusações “falsas” e “lamenta” postura de Noronha do Nascimento

19.10.2009 18:06 Por Lusa

O presidente da Associação Sindical dos Juízes Portugueses “lamentou” que Noronha do Nascimento “não tenha tido uma posição institucional condizente com a quarta figura do Estado”.

"O Promulgador"...

Um acertado cognome para o presidente do conúbio estratégico é o de "O Promulgador". Assim sendo, para quê querer um presidente do PS?...


X Legislatura

Cavaco Silva promulgou todos os 1.475 diplomas aprovados pelo Governo
A Presidência da República fez hoje o balanço dos diplomas promulgados na X Legislatura, destacando que dos 1.475 aprovados pelo Governo de José Sócrates, nenhum foi chumbado por Cavaco Silva.

Negocios.pt


segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Continua a "Campanha Negra"

Continua a "Campanha Negra", negra porque visa esconder o que realmente se passou, enganando os Portugueses e impedindo que um tal Pinóquio seja acusado do crime de corrupção...


Novos dados na investigação

TVI revela fax sobre dois milhões de libras em “luvas” para Freeport


19.10.2009 - 20:53 Por PÚBLICO


A TVI divulgou esta noite, no Jornal Nacional, um fax trocado entre administradores do Freeport, no qual é feita uma referência explícita a um suborno de dois milhões de libras (três milhões e duzentos mil euros).

Pedro Cunha/Arquivo
Administradores do "outlet" de Alcochete falaram explicitamente em subornos

O documento data de 17 de Dezembro de 2001, um dia depois das eleições autárquicas que levaram à demissão do Governo de Guterres e à convocação de eleições antecipadas. José Sócrates era então ministro do Ambiente.

O autor do fax, Keith Payne, administrador da Freeport em Lisboa, alerta para as mudanças políticas em Portugal e manifesta-se preocupado por Sócrates deixar de tutelar a pasta do Ambiente.

“Os efeitos dos acontecimentos do fim-de-semana, com os revezes sofridos pelo PS, nomeadamente nas eleições autárquicas, incluindo Lisboa, e a demissão do Governo de Guterres significam que Sócrates deixou de ser Ministro do Ambiente e que vai haver um compasso de espera de quatro ou cinco meses até que for eleito um novo Governo e nomeado um novo Ministro”, escreve Payne a Rick Dattani, que, por sua vez, reenvia o texto para um outro administrador, Jonathan Rawnsley.

É Dattani quem acrescenta ao texto anotações manuscritas e que refere explicitamente a existência de subornos no valor total de dois milhões de libras: “Jonathan, este é o fulano [Payne] que me telefonou e sabe do suborno de 2 milhões de libras, sublinhei algumas partes interessantes a partir do ponto 4. Se o parlamento é dissolvido até às eleições, o Secretário de Estado não pode aprovar nem rejeitar nada.”

A TVI não conseguiu obter qualquer resposta por parte dos dois secretários de Estado de Sócrates, Pedro Silva Pereira (Ordenamento do Território) e Rui Gonçalves (Ambiente). O actual primeiro-ministro não respondeu às três perguntas colocadas pelo canal de televisão.

A TVI quis saber o comentário de Sócrates sobre o facto de ter sido mencionado no documento trocado entre administradores do Freeport, e se, “enquanto ministro do Ambiente, em algum momento, suspeitou de que poderia existir suborno para influenciar decisões sobre a implantação do Freeport em Alcochete”. Por último, a estação quis também apurar se Sócrates, depois de ler o fax, “aceita que pode ter existido suborno”.


O partido que não exclui ninguém...

Estaremos equivocados ou o Engenheiro tinha proclamado sonantemente que, ao contrário do que se passava no PSD, o PS não excluía ninguém?...


PS prepara expulsão de militantes que se candidataram como independentes

Os processos de expulsão dos militantes socialistas que se candidataram como independentes, nas últimas autárquicas, já estão em curso.

Promessas...

Só é pena que não faça o mesmo com os projectos ruinosos, como o TGV.

É que neste caso, o dinheiros - certos dinheiros... -cantam mais alto...




Transportes
Obras vão deixar 232 quilómetros de via-férrea sem qualquer comboio
19.10.2009 - 07h42
Por Carlos Cipriano
Pedro Cunha/PÚBLICO (arquivo)
Obras impedem circulação de comboios
Quatro anos depois da apresentação das orientações estratégicas para o sector ferroviário, a Refer atingiu os mínimos em investimento na rede e mantém linhas sem automotoras.

É uma situação inédita na rede ferroviária nacional. A Refer tem vindo a encerrar linhas para efectuar obras, contrariando uma prática centenária em que os trabalhos se realizavam sem interrupção do tráfego ferroviário.
As linhas do Tâmega, do Corgo e do Tua, e os troços Guarda-Covilhã e Figueira da Foz-Pampilhosa, estão fechados e não se sabe ao certo quando reabrirão. Isto porque, em alguns casos, nem sequer há projecto para avançar com as obras.
A situação contrasta com os grandes eventos do início da primeira legislatura de José Sócrates que anunciavam uma aposta forte no caminho-de-ferro em Portugal, como foi o caso da apresentação das orientações estratégicas para o sector ferroviário.

Público


domingo, 18 de outubro de 2009

No País do Engenheiro...



Será possivel?

Mais um facto inconcebível e que só se aceita ser verdadeiro porque testemunhado por várias pessoas e depois publicado sem desmentido: o Director de Inforrmação da RTP terá ido cear, juntamente com António Costa e a sua equipa, quando foram celebrar a vitória em Lisboa!...

Exactamente, leram bem. O Director da Informação do canal televisivo cujas sondagens deram 12 pontos, três dias antes, e dez pontos, quando encerraram as urnas...
Quero sublinhar que sempre considerei José Alberto Carvalho uma pessoa educada e simpática. Mas esta situação não tem a ver com nada disso. É demasiado grave.

Será que também não tem consequências? Tudo isto é admissivel?

Pedro Santana Lopes


Por que será?

Será mais uma campanha negra contra o 6.º homem mais elegante do Mundo?


Consumo de antidepressivos aumentou nos últimos meses

Até Setembro, foram vendidas 6736 milhões de embalagens de medicamentos para as depressões, mais 3,1 do que no mesmo período do ano passado. A doença já afecta 9% dos jovens e 2% das crianças portuguesas

DN



Frase do dia num blogue sobre o Zezito...


Aos 53 anos, Victor Hugo Cardinali, domador de leões e com uma vida inteiramente dedicada ao circo, revelou que, se não conseguir «combater» a portaria vai viver para Espanha.

«Aqui ficam aqueles que são muito evoluídos, que defendem que os animais no circo não podem estar, mas que os homens podem casar uns com os outros», ironizou.


Victor Hugo Cardinali

Domador de leões (animais ferozes...)

Com Sócrates isto não pára...



Estudantes universitários vivem em casas de banho

O divórcio e o desemprego dos pais, bem como o aumento do preço das propinas, está a lançar muitos universitários na miséria. Os casos dramáticos sucedem-se por todo o país, com jovens passando fome e chegando a viver dentro de casas de banho, avança a edição do SOL desta sexta-feira


sábado, 17 de outubro de 2009

Eloquente...


«Prós e Contras. Tal como o Telejornal, este programa é, na minha opinião, um importante instrumento da estratégia e da táctica concreta de comunicação da central de propaganda governamental. Mas, no programa de segunda-feira, 12.10, autodesmascarou-se. A edição foi toda construída como armadilha ao director do PÚBLICO e para ligar o jornal a "disparates de Verão" de Belém e a "encomendas" de notícias. Disfarçar-se-ia com temas anódinos e estafados (sondagens, etc.), apenas para se centrar no caso da vigilância. Mas aconteceu a beleza do directo. A RTP (a central de propaganda do Governo?) contava com uma posição do director do Expresso que não veio a confirmar-se. Em Agosto, Henrique Monteiro tinha sido mais crítico com o PÚBLICO e escarneceu com a possibilidade de vigilância. O Expresso usou em manchete uma expressão derivada da posição então assumida por Sócrates: sillygate. Entretanto, o Expresso investigou o assunto. E uma "fonte política" (que presumo do Governo ou do PS) tentou passar ao Expresso o famigerado e-mail entre jornalistas do PÚBLICO. O Expresso ter-se-á apercebido, entretanto, da montagem de uma acção de envenenamento pela propaganda mentirosa. Mas a central do Governo e a RTP não devem ter notado a alteração de posição do director do Expresso. Resultado: além de José Manuel Fernandes ter desmentido uma série de mentiras que a apresentadora queria fazer passar como factos e ter reposto a essência jornalística do trabalho do PÚBLICO em 18 e 19 de Agosto, o director do Expresso revelou em directo para todo o país que foi uma "fonte política" quem tentou plantar o e-mail no Expresso e que, não o conseguindo, o passou para o DN, sempre pronto a fazer fretes ao poder. A apresentadora do Prós e Contras e o director de Informação da RTP ainda tentaram salvar as posições da propaganda governamental, mas a intervenção de Monteiro, não cumprindo o papel que aqueles esperavam dele, estragou a jogada. Pela primeira vez em anos, o Prós e Contras não conseguiu servir cabalmente a propaganda do Governo e, pelo contrário, viu desmoronar-se a cabala e revelar-se a sua natureza abjecta.»

Eduardo Cintra Torres, Público

Gentilmente surripiado aqui.



O que a madama Fátima Campos Ferreira faz tem um nome feio. Mas ela ainda faz pior do que as outras: vende a alma! A menos que, acreditando piamente na socratinagem, nos queira apenas enganar a todos. E isso tem outro nome: embuste! Qual das duas coisas será pior?

O mais recente keynesiano...





Pela sua entrevista à Visão, ficamos a saber que, Sócrates - um génio da economia política que andou 4 anos a renegar ideias que nem conhecia - de repente tornou-se um admirador de Keynes.

A "Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda" é afinal a obra de cabeceira do engenheiro. Deixada possivelmente por Salazar na biblioteca do palácio, serve certamente para atamancar uma perna da cama do mais recente keynesiano.


Quando o ciclo inverter e se a recuperação americana e europeia ajudarem a evitar que Portugal entre em bancarrota, veremos a mesma criatura a recomendar Milton Friedman, que conheceu provavelmente na Wikipedia...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Águas muito profundas...


O Peixe de Águas Profundas, criatura que as crianças abusadas da Casa Pia acusam de ser abusador, voltou a ser eleito Presidente da Assembleia da República. Excelente escolha. Assim melhor se caracteriza este pútrido regime...

Quem se mete com o PS leva!



Mas quem serve o PS...





Valorização da Mota-Engil accionou alarme do regulador

O acordo entre o Estado e a Aenor, da Mota-Engil, nas SCUT já foi assinado há três meses. Mas só agora foi tornado público. Neste período, as acções da Mota-Engil dispararam e fizeram soar o alarme da CMVM.

O regulador está a analisar a negociação dos títulos da construtora, para despistar um eventual abuso de informação privilegiada.

Jornal de Negócios Online

Sempre a avançar...


O Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinala-se sábado, numa altura em que 18 por cento dos portugueses são pobres.

Público


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Muito habilmente, o Governo impôs que o relatório só fosse divulgado depois das eleições...


Relatórios de monitorização da Reforma Penal
Observatório defende antigo regime da prisão preventiva
15.10.2009 - 07h39 Sofia Rodrigues, Mariana Oliveira

O Observatório Permanente da Justiça (OPJ) recomenda no relatório complementar sobre a Reforma Penal o regresso ao anterior regime da prisão preventiva, em que esta medida de coacção se aplicava aos crimes com pena de prisão superior a três anos.

Em Setembro de 2007, entrou em vigor um regime que tornava mais difícil a aplicação desta medida de coacção, já que em regra a prisão preventiva ficava reservada para os crimes com penas superiores a cinco anos de cadeia.

Muitos insurgiram-se contra as alterações. "A principal crítica radica no facto de considerarem que a lei deixa de fora de aplicação possível um conjunto alargado de criminalidade e de agentes criminais que, enquanto esperam julgamento, podem continuar a praticar crimes", lê-se no relatório final sobre a Reforma Penal. Tráfico de droga de menor gravidade, violência doméstica e alguns furtos eram referidos como os principais problemas. O sociólogo Boaventura Sousa Santos, que dirige o OPJ, dá um exemplo: "Havia muitos indivíduos que praticavam vários furtos qualificados, mas individualmente nenhuma desses crimes permite a detenção. Contudo, quando eram julgados e era feito o cúmulo jurídico dos crimes eram condenados a penas efectivas pesadas."

O Governo aprovou entretanto uma alteração à Lei das Armas, que facilitou a aplicação da prisão preventiva, mas que foi criticada devido ao desvio que trazia à regra geral. Esta, sim, é que deveria ser alterada, diziam.

Mas esta não é a única mudança aconselhada pelo observatório, que critica a falta de preparação da reforma, a ausência de uma visão global nas mudanças introduzidas e o curto período dado pelo legislador - 15 dias - para todos os operadores se adaptarem às novas regras. O alargamento dos prazos de inquéritos que envolvam criminalidade grave e complexa é outra sugestão. O limite máximo actual de 12 meses cresce para 16 meses, podendo ser prorrogado por uma vez. Boaventura Sousa Santos lembra que o alargamento se justifica porque muitas destas investigações exigem perícias complicadas e possuem conexões com outros países.

A possibilidade de fazer a detenção fora de flagrante delito, não só quando há perigo de fuga mas também quando existe perigo de continuação da actividade criminosa, é outra das recomendações. Aconselha-se ainda que o processo sumário possa ser utilizado até 15 dias após a detenção em flagrante delito e não apenas nas 48 horas seguintes como a lei prevê actualmente. O alargamento deste prazo justifica-se com a necessidade de muitas vezes o Ministério Público (MP) realizar algumas diligências, em regra, o pedido de exames periciais. "São incongruências de uma lei feita à pressa", comenta Boaventura Sousa Santos. O OPJ salienta ainda a necessidade de "redifinição urgente" da organização da investigação criminal, propondo um debate sobre a restruturação do MP. No quadro actual, sublinha que é essencial intensificar a articulação entre as polícias e o MP, nomeadamente através de protocolos e reuniões. Aconselha que, nos casos mais graves, os procuradores que acompanharam o inquérito sigam igualmente o julgamento. E considera fundamental um debate sobre a formação dos magistrados, recomendando um programa para procuradores na área da criminalidade económica e financeira.

"É tardio, insuficiente, mas vem dar razão ao CDS", afirma o deputado Nuno Magalhães, porta-voz do partido, em reacção ao relatório. "Vem ao encontro de propostas do CDS que apresentámos e que o PS chumbou", disse, referindo-se à prisão preventiva, a alterações à detenção fora de flagrante delito e o julgamento rápido. Nuno Magalhães considera que o relatório é insuficiente por deixar de fora questões como a valoração da reincidência, execução de penas e liberdade condicional.

Público

Propaganda... e factos...

A isto:

Apesar de ser várias vezes referido pelo Governo como o principal instrumento de combate à crise económica, o investimento público está, conhecidos os dados referentes a metade do ano, a apresentar uma evolução bastante mais moderada do que aquela que está prevista no Orçamento do Estado para a totalidade de 2009. (Público)

Piadas do dia...




O secretário-geral do Partido Socialista, José Sócrates, deu a sua primeira entrevista após as eleições legislativas, à Visão. O primeiro-ministro confessou que os portugueses precisam de apertar mais o cinto e que “com as contas públicas em ordem não é preciso mais aumento de impostos, como tivemos que fazer em 2005”.



Sócrates também caracterizou a vitória nas legislativas como “uma vitória da decência e da atitude”.

Negocios.pt


Felizmente Sócrates «pôs as contas em ordem»...

14 Outubro 2009 - 00h30

Execução: Unidade técnica de apoio orçamental traça cenário pessimista

Défice público nos 9, 2%

Nos primeiros seis meses do ano, o buraco das contas públicas atingiu os 7330 milhões de euros, o que corresponde a um défice acumulado de 9,2% do PIB, revela o relatório da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) da Assembleia da República sobre a execução orçamental até ao 2º trimestre de 2009. Este é, aliás, o segundo valor mais elevado da década.

Correio da Manhã


Completamente de acordo!


Em declarações à TSF, Vasco Graça Moura considerou que «o Governo que sair agora da nova formação, encabeçada por José Sócrates, vai com certeza ser um Governo de uma inépcia total porque já foi assim antes», afirmou.

O antigo eurodeputado social-democrata revelou também que tem «a maior falta de confiança num Governo encabeçado por José Sócrates. Isto vai ser um desastre completo», disse.

«Não há diálogos, nem entendimentos que possam tirar o país do buraco enquanto um Governo gerido por ele [José Sócrates] estiver em funções», acrescentou.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Pois..., mas a ERC ainda é do Engenheiro engenhoso...



Presidente da ERC queria uma posição mais dura sobre suspensão de "Jornal de Sexta"

O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação (ERC) revelou em entrevista à TSF que queria uma posição mais dura sobre a suspensão do "Jornal de Sexta" da TVI. José Azeredo Lopes afirmou ainda tratar-se de uma grave ingerência da administração da TVI, a interferência na campanha eleitoral.

TSF


Calendário meticuloso


Suspenderam o Jornal Nacional mesmo a tempo das eleições. E a ERC vem agora com esta deliberação exactamente depois de se encerrarem as eleições.

Tudo perfeito. O calendário foi meticulosamente pensado e executado.

O engenheiro é mesmo engenhoso...



A Entidade Reguladora da Comunicação divulgou hoje a deliberação sobre o fim do Jornal Nacional da TVI, que considera ter sido uma interferência ilegal da administração na esfera da direcção editorial. O regulador diz ainda que vai avançar com um processo contra-ordenacional para apurar a responsabilidade sobre este episódio. E quer também apurar se existiu ou não ingerência do poder político ou económico na actividade do operador.

Novo avanço...

Encerramento de maternidades, liberalização do aborto, promoção do divórcio, incentivo à homossexualidade, ataques à família convencional...

Com 4 anos de ruinoso ataque à família e às crianças, seria de esperar outro resultado?


Natalidade volta a diminuir nos primeiros nove meses deste ano

14.10.2009 - 11h00 Alexandra Campos

Se não houver alterações inesperadas até Dezembro, 2009 vai ser de novo um ano negro para a natalidade em Portugal. Após a ténue recuperação de 2008, nos primeiros nove meses deste ano o número de nascimentos voltou a decrescer e a um ritmo com algum significado, indicam os dados já disponíveis dos "testes do pezinho" realizados pelo Instituto de Genética Médica Jacinto Magalhães (IGMJM), Porto.

(...)

Confessando-se "pessimista", o especialista acredita que a quebra se vai acentuar em 2010 e 2011, como reflexo da recessão económica. "Depois poderá haver um processo de recuperação, se se criar de novo um clima de confiança", prevê.

Publico.pt

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Pior é difícil

Não há muito que estranhar. Só foi lá posto para controlar alguns processo inconvenientes, como o da Casa Pia e do Freeport.

Não admira que nem um sistema informático credível conseguiram arranjar.

Este não era mesmo o ministério de Alberto Costa...


Justiça
Sindicato dos Magistrados do Ministério Público apela à suspensão dos sistemas informáticos da Justiça
13.10.2009 - 15h49 Paula Torres de Carvalho, João Pedro Pereira
A suspensão imediata de todos os sistemas informáticos do Ministério da Justiça foi, hoje, defendida pelos dirigentes do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP), na sequência da denúncia de um ataque aos sistemas informáticos de alguns organismos do Estado Português. O Ministério da Justiça desmente e garante a segurança do sistema.

Num comunicado divulgado hoje, os responsáveis daquele sindicato referem a divulgação, na semana passada, de um relatório de uma investigação desenvolvida por uma empresa portuguesa chamada Trusted Technologies sobre um ataque aos sistemas informáticos de alguns organismos do Estado.

Esse relatório, salienta o comunicado, "vem confirmar que o sistema informático do Ministério da Justiça é altamente vulnerável a intrusões graves que podem ter as mais diversas finalidades".


PÚBLICO

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Por outras palavras...


"Aprendeu muito em quatro anos. Era um homem que não tinha grande cultura política, mas é energético, determinado e com coragem, três coisas importantíssimas na política", refere.

Mário Soares
Diário Económico



Por outras palavras, Mário Soares disse que José Sócrates era (e é) um ignorante...

Em contrapartida, digo eu, é um mestre na pulhice e na sacanice...


"A contrario sensu"

Se José Sócrates está agora de «espírito aberto e coração limpo», poderemos "a contrario sensu" inferir que andou estes anos todos de espírito fechado e coração sujo?...

Resultou

Quando surgiram rumores ou meras fantasias de que o Presidente da República poderia convidar o PSD/CDS para formar governo ou recusar a indigitação de José Sócrates para Primeiro-Ministro, o PS lançou a campanha de descredibilização de Cavaco Silva.

Por um lado, o PSD + CDS não têm maioria absoluta e não estavam inclinados a aceitar essa possibilidade.

Por outro lado, Cavaco Silva não teve a coragem de vetar o nome do Engenheiro e exigir uma figura credível, competente e acima de suspeitas.

A estratégia do PS de ataque ao Presidente da República funcionou em pleno, com a ajuda do Diário de Notícias, uma espécie de pasquim de Sócrates e da suposta namoradinha...

Aí o temos outra vez no governo, com a prioridade imperiosa de sabotar o Processo Freeport...

Num país normal não é para isso que se elege um governo...

À atenção do engenheiro que sabe tudo...


Saer diz que grandes investimentos públicos "dificilmente serão imediatamente justificáveis"

O conjunto de grandes investimentos públicos como o aeroporto de Lisboa, o comboio de alta velocidade ou a terceira travessia do Tejo "deve ser reponderado nos seus variados aspectos, em particular, em termos de prazo", diz o relatório trimestral da Saer - Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco.

Jornal de Negócios com Lusa


O conjunto de grandes investimentos públicos como o aeroporto de Lisboa, o comboio de alta velocidade ou a terceira travessia do Tejo "deve ser reponderado nos seus variados aspectos, em particular, em termos de prazo", diz o relatório trimestral da Saer - Sociedade de Avaliação de Empresas e Risco.

No documento que faz a análise das perspectivas de evolução da economia portuguesa e dos problemas sócio-políticos de Portugal, Ernâni Lopes e José Poças Esteves consideram que "dificilmente serão imediatamente justificáveis grandes investimentos públicos de infra-estrutura".

Para estes economistas, o novo aeroporto de Lisboa pode aguardar e/ou arrancar por módulos consoante se revele necessário; o TGV poderá igualmente aguardar a recuperação da economia, e cremos não ser justificável mais do que uma linha de ligação Lisboa-Madrid; da mesma forma que a 3ª travessia do Tejo pode aguardar pelo TGV".

Os autores explicam que "não se trata de desistir destes investimentos que, em tempo próprio, poderão mostrar a sua utilidade e poderão trazer efectivamente mais-valias à economia portuguesa", mas argumentam que "a sua concretização num momento de crise e imediato pós-crise poderá, ao invés de estimular a recuperação económica, estrangular de tal forma as contas públicas que tornarão inviáveis outros projectos determinantes" que poderão ter mais impacto na recuperação da economia portuguesa.

Os investimentos públicos que estes economistas classificam de fundamental para ajudar a economia a superar a pior crise desde a Segunda Guerra Mundial, são as "pequenas obras públicas com elevado factor multiplicador, potenciador de desenvolvimento local e facilitador do desempenho económico das populações; o apoio à exportação e à internacionalização das PME's e o apoio aos processos de reestruturação e de criação de empresas".

Turismo, o Ambiente, as Cidades, os serviços de valor acrescentado e a economia do mar são os cinco domínios estratégicos em que Portugal deve apostar para sair da crise e garantir o desenvolvimento económico, diz o relatório.

Ernâni Lopes e Poças Esteves consideram que "não é de afastar a hipótese de que, em geral, as medidas de estímulo às economias prossigam por mais tempo do que era esperado quando foram desencadeados" e antevêem que "a economia portuguesa não deverá destoar muito do padrão de comportamento internacional, em particular, do da zona euro", regressando à consolidação orçamental "mal receba ou percepcione sinais nesse sentido de Bruxelas ou de Berlim".

O Relatório trimestral referente a Setembro de 2009 traça um quadro negro da evolução da economia nacional: Portugal tem um "sistema económico sem vitalidade, com um peso crescente do Estado na economia e na sociedade, e com uma dependência crescente da sociedade em relação ao poder do Estado", avaliam os autores, que se mostram muito críticos relativamente à capacidade de Portugal dar o melhor uso aos fundos comunitários.

"Apesar da melhoria do nível de vida da população, a utilização dos fundos externos não foi geradora de capacidade produtiva a prazo, determinante para o potencial da economia nacional fazer face ao serviço da dívida contraída. Portugal é o único que, no período de 1995 a 2007, regista variação negativa do investimento (excluindo construção) em percentagem do PIB", sublinham os economistas.

domingo, 11 de outubro de 2009

Vencedores do dia



Todos fizeram falta: o Zé, a Helena, mais o Carvalho da Silva e o Pacheco Pereira...

Santana Lopes é um "perdedor" para toda esta maralha. Mas foi preciso juntarem-se todos para o derrotar.

Apesar do tamanho de Lisboa, estas duas criaturas conseguiram a proeza de se encontrarem "casualmente" com António Costa durante uma arruada, para lhe darem um apoio mais ou menos explícito.

Valeu tudo!...

Gameleiras e peixeiras

O povo é muitas vezes estúpido nas opções de voto.

Felizmente que não aprovou as peixeiradas do Porto e de Sintra.

Contados os votos, uma fica com a gamela de Bruxelas. A outra aceita acumular comer na de Bruxelas e saborear na de Sintra.

Peixeiras por peixeiras, ainda são preferíveis as da Nazaré ou as do Bolhão. Pelo menos são genuínas...

A Abortadeira e o Pedófilo


O povo português gosta de corruptos como se viu nas eleições legislativas e nas autárquicas.

Felizmente não aprecia certo Pedófilo de quem a Abortadeira disse um dia que seria primeiro-ministro.

Salve-se ao menos isso nesta noite cinzenta para Portugal...

Sem limites



Quando a imbecilidade não tem limites ou quando as conveniências do estômago estão acima da dignidade e da lucidez, escrevem-se coisas assim...


O que vale é que a rubrica tem a ver com palhaços...

10 Outubro 2009 - 09h00

Coisas do Circo

Falta seriedade

Escrevi em devido tempo que governar em Portugal é uma tarefa ciclópica e desgastante, principalmente quando o Governo dispõe apenas de uma maioria simples. Sócrates está, portanto, confrontado com este desígnio, e muito embora seja um homem determinado e corajoso a verdade é que não se vê muito bem como pode constituir um governo para uma legislatura apostado em continuar a modernizar o País.

A maior dificuldade que Sócrates encontra resulta de um factor que em toda a Europa é um detalhe de pormenor e de pouca importância. Trata-se obviamente do relacionamento com as outras forças partidárias com assento parlamentar.

Enquanto nos restantes países europeus é perfeitamente banal e corriqueiro a constituição de governos de coligação ou a realização de um acordo de incidência parlamentar para viabilizar um governo sem apoio maioritário, em Portugal é um verdadeiro bico-de-obra, porque os partidos que foram derrotados (de direita e de esquerda) põem-se nas suas tamanquinhas e de uma forma autista e imbecilizante recusam-se a dialogar, a fazer esforços para qualquer entendimento com o partido vencedor. Dito de outra forma, mandam às urtigas os reais interesses do País. Queriam todos governar minoritários, porque isso é que era bom e democrático e acabavam-se as arrogâncias de Sócrates.

Porém, chegada a hora de assumirem as responsabilidades inerentes ao caminho escolhido, fogem como ratos em navio a afundar. De facto, não há em Portugal uma cultura de oposição séria. Repare-se, por exemplo, na postura de Manuela Ferreira Leite a este propósito. O PSD dá de si uma imagem grotesca e insensata. Isto é, o PSD não está disponível para viabilizar nenhum Orçamento do próximo Governo (nem que seja pela abstenção) nem tão-pouco admite qualquer acordo com o PS sobre o que quer que seja.

É risível a estratégia do PSD, que não se distingue da do CDS, PCP, BE. Os portugueses que se deixaram levar pelos cantos de sereia dos partidos de oposição devem agora constatar (para mais tarde corrigir) como eles utilizam o voto que receberam, como estão determinados a condenar o País a viver na mais completa instabilidade, com todos os prejuízos daí advenientes.

Os interesses dos portugueses estão agora dependentes dos caprichos, dos humores, das casmurrices e das atitudes diletantes de Manuela Ferreira Leite, Paulo Portas, Jerónimo de Sousa e Francisco Louçã.

Emídio Rangel, Jornalista




Se já não soubéssemos como é acharíamos estranho...



Notícia TVI: Procuradores do Freeport arguidos por um dia

Os dois procuradores estavam acusados de alegada parcialidade no processo

Por: Redacção /Carlos Enes | 08-10-2009 22: 41

Os dois procuradores do processo Freeport foram constituídos arguidos por um único dia. Os magistrados Vítor Magalhães e Paes Faria foram ouvidos, na quarta-feira, no âmbito de um processo-crime aberto pelo colega Procurador-Geral da República, a partir de uma queixa apresentada por Carlos Guerra, um dos arguidos do processo Freeport.

A decisão de os constituir arguidos por um dia foi tomada pelo Procurador Varela Martins, que assumiu, esta quinta-feira, a prática de erro.

Carlos Guerra, um dos antigos dirigentes do Ministério do Ambiente constituído arguido no processo Freeport, denunciou ao Procurador-Geral da República a alegada parcialidade dos procuradores do processo, alegando ainda que os mesmos poderiam ser responsáveis por fugas de informação.

Pinto Monteiro decidiu abrir um processo disciplinar, entregue ao ex-director da Polícia Judiciária, Orlando Romano, e um processo-crime.

Por força da lei, os dois procuradores só podem ser investigados por um Procurador-Geral adjunto. O processo foi distribuído a Varela Martins.

Este magistrado tornou-se conhecido por ter arquivado as suspeitas de corrupção de que foi alvo José Luís Judas, ex-presidente da Câmara de Cascais. Em 2006, este magistrado foi objecto de uma manchete do semanário «O Independente». Afinal, anos antes de arquivar o processo, Varela Martins tinha participado num jantar do PS, da comissão de honra da candidatura de José Lamego ao município, lado-a-lado com o próprio José Luís Judas.

Na quarta-feira, este mesmo magistrado chamou os procuradores do Freeport, Vítor Magalhães e Paes Faria, para os ouvir formalmente no processo-crime instaurado a partir da queixa de Carlos Guerra. E decidiu constituí-los, a ambos, arguidos.

A decisão punha em causa a continuidade de Vítor Magalhães e Paes Faria à frente do processo Freeport. Apesar de terem sido recentemente confirmados no cargo por Cândida Almeida, seria difícil que magistrados formalmente suspeitos de parcialidade pudessem agir livremente no processo.

Porém, esta quinta-feira, o antigo procurador de Cascais corrigiu o «tiro» e levantou a constituição de arguido dos colegas. Varela Martins explicou que a situação se deveu a um lapso, não se tendo lembrado que, com a mais recente reforma das leis penais, a constituição de arguido já não é um acto automático, quase sem significado.


TVI 24



Far West socratino


O marido da presidente da Junta de Freguesia de Ermelo, Mondim de Basto, foi hoje morto a tiro junto à assembleia de voto pelo candidato adversário do PS, disse o Governandor Civil de Vila Real, Alexandre Chaves. "Agiu em legítima defesa", alega Humberto Cerqueira, candidato socialista à autarquia de Mondim de Basto.

Publico.pt


Mais um choque tecnológico...


Diz a lei que a morada do eleitor é o elemento que determina o seu local de voto. Alguém que reside em Benfica, em Lisboa, deve, por isso, votar nessa freguesia. Contudo, milhares de eleitores vão ser hoje obrigados a votar numa freguesia em que não vivem. O erro está relacionado com o novo Sistema de Informação e Gestão do Recenseamento Eleitoral, da responsabilidade da Direcção-Geral da Administração Interna (DGAI).

Publico.pt


sábado, 10 de outubro de 2009

Choque de ineficiência tecnológica...


No Tribunal de Barcelos há juízes que já regressaram ao papel

Erros informáticos fazem desaparecer despachos de juízes dos tribunais

10.10.2009 - 08h14 Mariana Oliveira

Conselho Superior da Magistratura tem recebido "inúmeros" protestos de juízes, mas o ministério nega problemas graves e garante que o Citius é usado sem problemas

Despachos judiciais já desapareceram da aplicação informáticaCitius Magistrados Judiciais devido a erros no sistema. Desde Janeiro que o uso desta aplicação se tornou obrigatório para os processos cíveis, o que tem posto muitos juízes à beira de um ataque de nervos. A lentidão do sistema e o frequente bloqueio da aplicação são as queixas mais frequentes.


Publico.pt



Se for o que parece...


Freeport: procuradoria garante escolha aleatória de magistrado

Polémico Varela Martins tornou-se conhecido da opinião pública por ter arquivado o processo contra José Luís Judas


A Procuradoria Distrital de Lisboa garante que o magistrado que está a investigar os colegas do processo «Freeport» foi escolhido aleatoriamente. Varela Martins tornou-se conhecido da opinião pública por ter arquivado o processo contra José Luís Judas, ex-presidente socialista da câmara de Cascais.

A polémica estoirou quando o jornal «Independente» publicou uma fotografia dele, na mesa de honra de um jantar do PS, ao lado de Jorge Coelho, Alberto Costa e do próprio José Luís Judas. Que mais tarde viria a declarar-se inocente.

Procuradores do Freeport arguidos por um dia

«Adivinhem quem veio para jantar», perguntava o semanário «O Independente» em 26 de Maio de 2006. A notícia, que fez a manchete dessa edição, tinha uma explicação simples: o procurador de Cascais que acabara de arquivar as suspeitas de corrupção contra José Luís Judas fora fotografado na mesa de honra da candidatura de José Lamego ao município.

Na mesa estavam vários dirigentes do PS, como Alberto Costa, hoje ministro da Justiça, Jorge Coelho, que chegou a ser alvo de buscas nesse processo, Edite Estrela e o próprio José Luís Judas. Vestido de azul, separado de Judas apenas por Joaquim Raposo, presidente da câmara da Amadora, aparecia José Alberto Varela Martins, procurador que chamou a si o processo contra o ex-presidente de câmara e tomou a decisão de arquivar.

Varela Martins voltou agora a ser notícia por ter em mãos o mais sensível, em termos políticos, dos processos judiciais. É ele quem vai instruir o inquérito criminal aos procuradores do processo Freeport, instaurado pelo Procurador-Geral da República a partir de uma denúncia de Carlos Guerra, antigo dirigente do Ministério do Ambiente arguido no processo.

Como a TVI avançou, Varela Martins entrou no processo de forma no mínimo confusa. Na quarta-feira, constituiu arguidos os colegas Vítor Magalhães e Paes Faria, facto que podia pôr em crise a sua continuidade à frente das investigações ao negócio de Alcochete. Mas no dia seguinte, com o argumento que ponderou melhor as novas leis penais, Varela Martins anulou a sua decisão.

Questionada pela TVI, a Procuradora-Geral Distrital de Lisboa garante que Varela Martins não foi uma escolha pessoal sua para dirigir este inquérito.

A distribuição dos inquéritos na Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa efectua-se de acordo com critérios pré-definidos de rotação pelos vários procuradores-gerais adjuntos com total garantia de aleatoriedade.

Varela Martins é procurador-geral adjunto e não se afastou voluntariamente, nem foi afastado do sorteio. Vários magistrados consultados pela TVI afirmam que essa teria sido a melhor opção, tendo em conta a velha história do jantar socialista. O procurador disse ao seu secretariado que não atende jornalistas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O que é bom para o PS é bom para a Mota-Engil...


Se o que se passou nas vésperas das eleições legislativas se tiver repetido nas autárquicas, será bom augúrio para António Costa e Jorge Coelho...


Mota-Engil dispara 25% em três semanas

A Mota-Engil acumula uma valorização de 87,28% este ano, tendo subido 25% só nas últimas três semanas. A impulsionar as acções da empresa esteve a eleição do Partido Socialista nas legislativas e a eleição do Brasil para receber os Jogos Olímpicos de 2016. A empresa reforça máximos de Junho de 2008.

Negocios.pt


Na ERC do engenheiro...


Azeredo Lopes acusa membros da ERC de fuga de informação no caso TVI

Azeredo Lopes está convicto de que houve uma fuga de informação em relação à notícia saída no "Expresso" no último fim-de-semana, a qual dava conta do depoimento prestado ao regulador por Bernardo Bairrão, administrador-delegado da Media Capital (MC), no âmbito da suspensão do Jornal Nacional de 6ª.

Negocios.pt


Sucesso socratino...

Fraudes no rendimento social de inserção atingem 118 milhões

As fraudes no Rendimento Social de Inserção (RSI) ascenderam num ano e meio a 118 milhões de euros, de acordo com uma estimativa feita pelo Correio da Manhã com base nos indicadores do Instituto da Segurança Social (ISS).

Negocios.pt






Em contrapartida, deu dezenas de milhar de votos ao PS...

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Pérolas da "gameleira"


Com a socratinagem, vale tudo até arrancar os olhos aos portugueses...





Elisa Ferreira: "Rui Rio tem o apoio de 6 milhões de benfiquistas"

Publicado em 08 de Outubro de 2009

Candidata independente à Câmara do Porto, apoiada pelo PS, Elisa Ferreira diz que Rui Rio só é conhecido a nível nacional pela agressividade contra o FC Porto

(...)

Consigo o FC Porto volta a ter as portas da Câmara abertas?

Claro. O que estranho é que a relação entre a Câmara e o seu principal clube de futebol, que é também campeão nacional e promove a cidade internacionalmente, seja objecto de polémica. Estranho é que eu tenha ido visitar o bispo do Porto, o reitor da Universidade do Porto, a Misericórdia do Porto e não tenha havido comunicação social. Fui visitar o FC Porto e tinha uma mediatização como se fosse o Barack Obama. Quem beneficiou da agressividade da Câmara com o FC Porto? Foi o próprio Rui Rio, que passou a ter pelo menos o apoio de seis milhões de benfiquistas. Quem se portou impecavelmente? Foram os portistas, que disseram que uma coisa é futebol, outra é política e até o elegeram. Quem está neste momento a misturar futebol e política é o presidente da Câmara do Porto, que resolveu com essa agressão transformar-se numa figura mediática nacional. Rui Rio é mais conhecido por alguma coisa que não seja a agressividade com o FC Porto? O que é que o fez um grande político nacional?

IOL

Clarificações...



Depois do apoio de Manuel Alegre a Sócrates, o tal que nas suas próprias palavras, dirigia um governo da «imagem, sondagem e sacanagem», nada como ver Jorge Sampaio a apoiar Paulo Pedroso para a Câmara de Almada.

Nada melhor para clarificar quem é Jorge Sampaio...

O apoiado é somente um acusado de pedofilia pelas crianças da Casa Pia, que uma juíza Amélia safou, muito duvidosamente, de ir a julgamento.

O apoiante é só um ex-presidente desta miserável república que, com o Costa, candidato a Lisboa, tentou interferir junto da Procuradoria-Geral da República para safar aquela criatura de ir a julgamento.

Às portas do Centenário da República, atitudes destas mostram com clareza quem são os donos deste putrefacto regime...

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Com Sócrates é sempre a abrir...

Ou melhor, é sempre a fechar... empresas...



Falências em Portugal sobem 42% nos primeiros nove meses de 2009

Nos primeiros nove meses deste ano foram abertos 3.626 novos processos de insolvência, o primeiro passo para que seja decretada a falência de uma empresa. De acordo a recolha da Crédito y Caución, os pedidos de insolvência subiram 42% face a igual período do ano passado, quando o número de processos ascendeu a 2.558.

Negocios.pt

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Portugal avançou mais um bocadinho...




Fábrica de confecções fecha e deixa 55 sem emprego

Uma fábrica de confecções de Cardielos, em Viana do Castelo, encerrou esta terça-feira por alegada falta de encomendas, deixando 55 trabalhadores sem trabalho, segundo fonte sindical, noticia a Lusa.

IOL

Socratinice do dia



Santana voltou ainda a atacar António Costa por ter oferecido bicicletas a quem o acompanhou num passeio pela ciclovia do Tejo. «Não se podem censurar uns que são maus porque dão electrodomésticos e a quem dá bicicletas é passada indulgência», comparou o candidato da coligação Lisboa Com Sentido. A doação de bicicletas, disse, é uma «manobra de desespero» de uma campanha que começa a perder fôlego.

Os ataques ao adversário continuaram. «Cruzei-me ontem com António Costa. Perguntou-me ‘Então foi fazer campanha para o distrito de Setúbal?» (uma referência ao percurso que Santana fez entre Alcochete e Lisboa). Santana respondeu. «Fui para onde vai o novo aeroporto. Se calhar também tenho de ir a Loures para onde irá o comando da PSP».

Sol



segunda-feira, 5 de outubro de 2009

No dia do Professor...



Nem de propósito, no dia do Professor, Sócrates e a sua adorável ministra comemoraram certamente o sucesso da sua política. Conseguiram...


Quase três em cada dez docentes que contactaram a Linha SOS Professor nos últimos três anos lectivos admitiram ter sido vítimas de agressões físicas e mais de 40 por cento relataram episódios de agressão verbal.

Publico.pt


domingo, 4 de outubro de 2009

Depois do grande sucesso de Sócrates, é a vez dos outros...

Acreditamos nele e no Pai Natal (sem comentários)...




Justiça Sócrates diz que não tem nada a ver com o caso de corrupção do aterro da Cova da Beira

04.10.2009 - 09h02 José António Cerejo

José Sócrates desconhece tudo sobre um dos mais delicados casos de corrupção que esperam julgamento. Em resposta às perguntas que o tribunal lhe dirigiu e que visavam esclarecer, a pedido de uma das arguidas, o papel que terá tido em muitas situações que fundamentam a acusação, o primeiro-ministro põe-se fora de jogo e diz que nada tem a ver com o assunto.

O testemunho foi enviado à juíza a 31 de Agosto e contraria aquilo que parecem sugerir as perguntas feitas por Ana Simões - a arguida acusada, juntamente com o ex-marido, António Morais, de ter recebido mais de 50 mil euros do empresário covilhanense Horácio Luís de Carvalho para que a construção da Estação de Tratamento de Resíduos Sólidos (ETRS) da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB) fosse adjudicada, em 1997, a um consórcio liderado pelas suas empresas HLC e Conegil.

Subjacente às perguntas feitas a Sócrates - a que este respondeu por escrito, depois de autorizado pelo Conselho de Estado - está a tese, repetida em todas as denúncias anónimas que originaram a investigação e nos testemunhos informalmente recolhidos pela Judiciária em 1997, de que o então secretário de Estado do Ambiente estaria por trás do favorecimento do grupo HLC e que teria recebido 750 mil euros por isso.

Sendo certo que a arguida era gerente e sócia, com o então marido, da empresa ASM, seleccionada numa consulta fictícia para assessorar o concurso da AMCB, os autos revelam que ela se considera alheia a toda a trama de corrupção descrita pelo despacho de pronúncia. Ana Simões não só sustenta que foi utilizada pelo ex-marido e que foi ele quem conduziu todo o processo que levou à adjudicação da obra à HLC por perto de 12 milhões de euros, como suspeita que ele tenha falsificado a sua assinatura em documentos essenciais.

Sete perguntas

E é atendendo aos indícios iniciais da investigação, e ao facto de Sócrates nunca ter sido investigado nos dez anos do inquérito - apesar de a PJ ter pedido buscas à sua residência, que foram recusadas pelo Ministério Público (MP) em 2003 -, que a sua indicação como testemunha neste processo acaba por ganhar especial relevância.

O facto torna-se tanto mais sensível quanto se sabe agora que Morais era professor de quatro das cinco cadeiras que deram a Sócrates o título de licenciado em Engenharia em 1996, o ano em que a ASM foi contratada para assessorar a AMCB. Significativo neste quadro é também a circunstância de o MP não ter descoberto, nem ter feito praticamente nada por isso, de quem partiu a ideia de convidar a ASM, uma desconhecida firma de Lisboa.

O que o tribunal quis esclarecer de mais relevante foi se o então secretário de Estado, de cujos serviços dependia a aprovação da ETRS, conhecia a ASM e se alguma vez intercedeu "para que o trabalho de assessoria ao concurso da estação de tratamento [...] e respectivo caderno de encargos fosse entregue à firma". Nas sete perguntas feitas a Sócrates avulta uma outra sobre "se ordenou, directa ou indirectamente, quer à arguida A. Simões quer ao arguido A. Morais ou a terceiros, que dirigissem os pareceres/relatórios que foram produzidos para a AMCB, por forma a influenciar a adjudicação ao consórcio liderado pela HLC".

À margem de tudo

Algumas das restantes perguntas não se relacionam directamente com o concurso, mas tornam-se melindrosas por questionarem a credibilidade de Sócrates quanto às suas relações com Morais. Sabendo-se que o primeiro-ministro tem afirmado que o conheceu quando ele foi seu professor em 1994, mas sendo público que ambos participaram na campanha de Mário Soares, em 1990, na Covilhã, e que Morais aderiu ao PS, no mês seguinte, na secção do então deputado, o tribunal quis esclarecer se ele o conhece, e à ex-mulher, e, se sim, quando e em que circunstâncias os conheceu.

Em cerca de 50 linhas, Sócrates respondeu a tudo, garantindo que nunca teve "qualquer intervenção no sentido de aconselhar, sugerir ou ordenar a adjudicação ou entrega à referida ASM de quaisquer trabalhos", o mesmo afirmando sobre os pareceres por ela produzidos. Além disso, assegura que não conhecia a ASM e que não conhece Ana Simões. Quanto a Morais, afirma: "Conheci o eng. António Morais no Instituto Superior de Engenharia de Lisboa, quando me inscrevi para concluir a licenciatura em Engenharia Civil nesse instituto, onde ele era professor".


Mais uma prova de que não existe "asfixia democrática"...





Deliberação da Direcção Nacional da Associação Sindical dos Juízes Portugueses


Decisão do Conselho Superior da Magistratura

que suspendeu a notação do Juiz Rui Teixeira

Por iniciativa de três Vogais eleitos pela Assembleia da República e indicados pelo Partido Socialista, o Plenário do Conselho Superior da Magistratura avocou a classificação de serviço do juiz Rui Teixeira e deliberou, com nove votos a favor, dois votos contra e uma abstenção, suspender a decisão sobre essa classificação enquanto estiver pendente o pedido de indemnização formulado pelo ex-ministro Paulo Pedroso contra o Estado Português.

Trata-se de uma situação inédita e surpreendente, em que o órgão de administração e gestão dos juízes condiciona a avaliação do juiz à pronúncia de um tribunal superior quanto ao mérito das decisões proferidas num processo judicial concreto, em violação dos princípios constitucionais da separação de poderes e da independência do juiz.

Esta decisão suscitou nos cidadãos as mais profundas dúvidas sobre a capacidade do Conselho de assegurar a credibilidade da Justiça e as condições efectivas de independência para os juízes julgarem os casos submetidos apenas à lei e à sua consciência jurídica, livres de quaisquer pressões ou constrangimentos, designadamente de natureza política.

Por estas razões a ASJP solicitou ao Conselho que prestasse esclarecimentos públicos e cabais sobre o assunto, mas o Comunicado do CSM, de 22 de Setembro, não alcançou minimamente esses objectivos, preferindo manter uma certa opacidade sobre a deliberação, o que só serviu para suscitar mais dúvidas.

Os juízes portugueses repudiam em absoluto esta actuação do Conselho Superior da Magistratura e não toleram nem tolerarão intimidações ou condicionamentos de qualquer espécie à sua independência e imparcialidade, em conformidade com os princípios que assumiram no "Compromisso Ético dos Juízes Portugueses".

A ASJP manifesta a mais viva repulsa por esta deliberação do Conselho e considera merecedora de elevada censura pública a actuação de todos os seus membros que, com os seus votos favoráveis ou abstenção, viabilizaram a iniciativa com conotação partidária que deu origem a uma decisão inédita que coloca em causa a independência de todos os juízes.

Com tal actuação os juízes eleitos pelos seus pares quebraram o compromisso que levou à sua eleição e perderam irreversivelmente a legitimidade para os continuarem a representar no órgão constitucional de gestão.

Também não poderá deixar de ser questionada a legitimidade dos outros membros do Conselho, perante as respectivas fontes institucionais de designação, tendo em conta a missão do órgão constitucional como garante da separação de poderes e da independência do poder judicial.

Por tais razões, no cumprimento do mandato estatutário que a vincula à defesa intransigente da independência do poder judicial, a ASJP declara que os juízes portugueses perderam a confiança no Conselho Superior da Magistratura e, por isso, apela a todos os que votaram a favor ou se abstiveram naquela deliberação que assumam as suas responsabilidades e retirem as devidas consequências, renunciando aos respectivos lugares.

Lisboa, 30 de Setembro de 2009

sábado, 3 de outubro de 2009

Porreiro, pá!

Sócrates enaltece a vitória do "sim" ao Tratado de Lisboa

03.10.2009 - 19h48 Margarida Gomes

Foi com uma enorme satisfação que o primeiro-ministro, José Sócrates, comentou hoje, a vitória do “sim” no referendo ao Tratado de Lisboa na Irlanda, declarando que esta vitória “é, de certa, forma a vitória daquilo que foi o trabalho da presidência portuguesa da União Europeia”.

Publico.pt




Falsários não faltam por esta Europa toda: legítimos sequazes do Socratinismo...

Apenas um pequeníssimo pormenor sem importância para Sócrates: Os irlandeses votaram SIM ao emprego e SIM aos subsídios da UE.

Também não tem importância nenhuma que Portugal tenha perdido poder e representatividade na UE. Importante é a carreira de Sócrates. Isso sim, é devéras importante: a carreira dele..., mesmo que sacrificando o interesse nacional...


Isto sim, é democracia muito oxigenada...

Lisboa
Costa promete aumentos a funcionários da Câmara

por RUI PEDRO ANTUNES Hoje
Costa promete aumentos a funcionários da Câmara

Há duas semanas, António Costa enviou uma carta aos trabalhadores da Câmara de Lisboa a dizer que serão aumentados em Novembro. O Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa classifica a carta de "eleitoralista", ao passo que o director de recursos humanos da CML diz que é "prática corrente". Aumentos custarão cerca de três milhões à autarquia

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML), António Costa, enviou uma carta aos trabalhadores da autarquia a garantir que "será possível, para a expressiva maioria dos trabalhadores da CML (…), um impulso na sua posição remuneratória". O documento, a que o DN teve acesso, foi enviado a 18 de Setembro e contém a garantia do autarca de que "previsivelmente, estaremos em condições de o fazer [o aumento] na remuneração do próximo mês de Novembro". E garante ainda que estes aumentos prometidos terão "efeitos retroactivos 1 de Janeiro de 2009".

DN



Qual asfixia? Qual quê?...

O mestre...



Ora, ninguém sabe tanto do assunto como ele próprio...
Portugal mais corrupto

Portugal desceu quatro lugares na lista dos países menos corruptos, enquanto Cabo Verde foi o único membro da CPLP que melhorou a posição no ranking.

Exame Expresso

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Percebe-se...


Amigos socialistas «safam» Joaquim Oliveira
TOMA LÁ 200 MILHÕES!


Conheça o escandaloso negócio de milhões, envolvendo o empréstimo da Zon à SporTV, que abre uma «guerra» entre accionistas e revela as estreitas ligações de Armando Vara e Sócrates ao patrão do canal desportivo…
A ZON tem-se substituído aos bancos e já emprestou à SporTV cerca de 200 milhões de euros a título de suprimentos. Os accionistas sentem-se prejudicados e denunciam concorrência desleal porque esse dinheiro poderá estar a financiar, indirectamente, outros negócios de Joaquim Oliveira, que chocam com os interesses de accionistas da ZON com maior peso.



Percebe-se a razão por que Sócrates tem bloqueado a fusão entre a Zon e a Sonae.com...

Com Belmiro de Azevedo acabava-se esta pouca vergonha socratina...


Pudera...

José Sócrates prepara em segredo governo "hiperpolítico" para dois anos

Ainda está longe de estar definido, mas o próximo governo socialista deverá ter um perfil "hiperpolítico", fortíssimo e sem falhas, preparado para um mandato duro e possivelmente curto, tendo em conta a situação minoritária no Parlamento. Ontem à noite, o secretariado nacional do PS terá começado a definir alguns perfis e modelo de governo, mas as expectativas apontam para um executivo sem grandes surpresas, embora com alguma renovação, como prometeu Sócrates e pedira antes Cavaco Silva.

Publico.pt



O governo de José Sócrates será hiperpolítico e composto por idefectíveis da socratinagem.

Quem, com competência e credibilidade, arrisca a fazer parte de um governo liderado por alguém que, não fosse o cargo que ocupa, já estaria constituído arguído no Caso Freeport e que faz da Democracia um capacho onde arrasta os pés?

Aliás, a principal missão deste governo será impedir que José Sócrates seja acusado pelo Ministério Público do crime de corrupção. O resto é para ele irrelevante.

Foi a isto que chegámos...






quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Só faltava o Vital Moreira

Depois de escrever os posts anteriores, constato que também Vital Moreira alinha na tese da doença de Cavaco Silva.

Dando força a certo rumor que corre há muitos meses, será que estas criaturas engendraram uma forma de declarar a impossibilidade física permanente do Presidente da República?...

Se Portugal fosse o Peru...

... Foi condenado a seis anos de prisão por escutas e corrupção


O antigo Presidente do Peru Alberto Fujimori, que já foi condenado a 25 anos de prisão por violação de direitos humanos, foi hoje condenado a seis anos por corrupção e escutas ilegais, num processo que já se prolongava há dois anos sobre crimes cometidos durante a sua presidência, entre 1990 e 2000.

Publico.pt


Pode fazer sentido.



Depois de ter escrito o post anterior, li na Porta da Loja o seguinte comentário de Mani Pulite:

Depois de derrubar Cavaco, será Sócrates o candidato do PS à Presidência da República.Com o apoio do BE.É esse o Plano que está em execução.Garantia de impunidade e poder absoluto durante dez anos.É assim tão difícil de perceber? O seu ódio ao Cavaco vai acabar por ajudar o Sócrates a tornar-se Presidente.


Isto pode fazer sentido, sobretudo se Cavaco Silva se recusar a indigitar José Sócrates como Primeiro-Ministro...

Só nos faltava mesmo ter em Belém José Sócrates e em São Bento o seu clone Silva Pereira... ou outra criatura pior, como Augusto SS...




Um Governo e um Presidente...


Parece cada vez mais evidente que José Sócrates quer novas eleições legislativas daqui a 6 meses, na esperança de obter maioria absoluta.

E depois de derrubar Cavaco daqui a ano e meio, só lhe falta fazer eleger um presidente socratino para saciar a sua obsessão pelo poder absoluto...

Cavaco não é Sócrates

Nesta espécie de blogue da putativa namorada de José Sócrates, onde escrevinham vários deputados socratinos, Cavaco Silva é identificado como doente mental.

Meras críticas a José Sócrates são ataques ad hominem.

Ofensas à dignidade de Sua Excelência o Presidente da República são certamente carinhos para os socratinos.

Felizmente para estas pobres criaturas, Cavaco Silva não é Sócrates: não processa bloguers...