domingo, 20 de janeiro de 2008

Trapalhadas 3





A confusão está instalada no Imposto Automóvel (IA) – agora denominado Imposto Único de Circulação (IUC). Tudo por causa de um erro da Direcção-Geral de Informática Tributária e Aduaneira (DGITA) na cópia das bases de dados onde está registada a propriedade dos veículos.

Tudo começou em Junho do ano passado, quando o então director-geral dos Impostos, Paulo de Macedo, enviou um e-mail a todos os contribuintes alertando-os para a nova tributação automóvel que ia entrar em vigor no dia 1 de Janeiro de 2008 e pedindo que confirmassem a propriedade dos automóveis que estavam na base de dados da então Direcção-Geral de Viação. Aquele responsável disponibilizou no endereço electrónico das Finanças (www.e-financas.gov.pt) o número de viaturas e os respectivos proprietários. Durante seis meses o Fisco teve oportunidade de limpar a base de dados importada da DGV, de acordo com as indicações que ia recebendo dos contribuintes.

Segundo apurou o CM, esse trabalho terá sido em vão, uma vez que a DGITA, entidade que tem a responsabilidade de gerir as bases de dados, copiou os ficheiros originais que estavam na DGV, em vez de aproveitar a listagem corrigida que já estava pronta na Direcção-Geral das Contribuições e Impostos (DGCI). Em consequência deste erro, os veículos que foram abatidos pelos proprietários surgem de novo nos ficheiros da DGCI. Quem deu baixa do carro terá de o fazer de novo, sob pena de ter de pagar o IUC. (Correio da Manhã, 20/01/2008)





Sobre as socratinadas ou socratinices do BCP Gate, veja-se o mais detalhado post Do Portugal Profundo, do qual se extrai esta pequena citação:

Os grandes, os pequenos e o Estado

As explicações de anteontem, 19-1-2008, do Governador do Banco de Portugal, na Assembleia da República, sobre a negligência na supervisão bancária e a intervenção directa no favorecimento da tomada de poder da clique socratina de Santos Ferreira e Vara na nova Emaudio no BCP, nem merecem a extensão de um comentário detalhado de tão patéticas que foram. Constâncio já era. Pode durar no cargo principesco - que até se chama "Governador" como se de vice-rei de uma colónia se tratasse... -, mas a partir de agora é um fantasma sem poder, nem qualquer consequência, um refém afectado pelo síndroma de Estocolmo, submisso ao colérico primeiro-ministro.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Uma questão de resultados...




No encerramento da XXIII Cimeira Ibérica,
José Sócrates disse a Zapatero:


“Tenho muitos amigos políticos na Europa, mas o meu melhor amigo é o primeiro-ministro espanhol, por quem sinto uma grande admiração, fundada nos resultados da governação em Espanha”.

Infelizmente para os Portugueses, Zapatero não pode dizer o mesmo se considerar os resultados da governação de Sócrates em Portugal...

Mas talvez Zapatero possa dizer que Sócrates é o melhor amigo que a Espanha tem, atendendo ao modo como o senhor engenheiro tem destruído Portugal, colocando-o cada vez mais atrás da Espanha...







Governo pede silêncio à ASAE
O protagonismo da ASAE e do seu inspector-geral, António Nunes, foi objecto de reparo por parte do Governo. Depois de um período em que era importante a ASAE dar-se a conhecer, o ministro Manuel Pinho considera que o tempo, agora, deve ser de discrição. Em reunião com o inspector-geral, realizada esta semana, o ministro da Economia pediu-lhe mais contenção nas declarações públicas (Sol, 19/01/2008)

Conclusão: Não importa se a ASAE actua ou não actua, se actua bem ou mal, se protege ou não a saúde dos portugueses. Só interessa que a actuação da ASAE não faça perder votos ao engenheiro Sócrates e à sua clique... nem que para isso não faça nada...
Além do mais, o seu inspector-geral, António Nunes, tem conseguido quase tanto protagonismo como o engenheiro Sócrates.
E isso é inaceitável!...
Quem manda é o senhor
o engenheiro! Ouviu bem!!!


Só um comentário!

Na comunicação social socratina já se estava a começar a notar uma estratégia de descredibilização do inspector-geral..., por mero acaso...





Sobre a socratina política de saúde





Ontem, só ontem, deu brado na comunicação social a polémica da integração do Hospital D. Estefânia no futuro Hospital de Todos os Santos e a morte de mais duas crianças por alegadas falhas dos novos sistemas socratinos, devidos ao iluminado Correia de Campos.

Enquanto o inefável Vital Moreira, na Cosa Nostra, perdão, na Causa Nossa, vem dando exemplos avulsos da excelsa política socratina, ficam estas críticas, vindas de dentro do PS, por Manuel Alegre, e de quem sabe alguma coisa sobre o SNS, nada mais nada menos do que António Arnaut:


Manuel Alegre alerta para "erro colossal" da política de Saúde do Governo
19.01.2008 - 10h44 Lusa
O ex-candidato presidencial independente e deputado socialista, Manuel Alegre, teceu hoje duras críticas à reforma dos serviços de saúde, considerando que se trata de um "erro colossal" e de uma política "estapafúrdia" do actual Governo.

"As pessoas vão passar a nascer em casa ou a morrer em casa, para além daqueles que já andam a nascer pelo caminho", ironizou, ao abordar numa entrevista à jornalista Flor Pedroso, da Antena 1 - que vai para o ar ao 12h00 - a desertificação dos serviços públicos no interior.

Manuel Alegre confirmou que vai assinar uma petição em defesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS), liderada pelo histórico do PS, António Arnaut, e que junta, entre outros, elementos do Bloco de Esquerda e do PCP. "A esquerda moderna deve reforçar o Estado social e não desmantelar o Estado social", declarou, sublinhando que, no poder, esta deveria garantir o reforço e viabilidade do SNS. "Estaria a mentir se dissesse que me reconheço (no actual Governo). Não, não me reconheço", afirmou.

Sócrates, "O Apupado"





Cimeira: Portugal e Espanha falam de ciência e energia
Apupos populares incomodam Sócrates
Correio da Manhã
008-01-19 - 00:00:00

Para perceber o modo entusiástico como José Sócrates saudou a meia centena de populares que o aplaudiu à chegada ao local onde vai ser instalado o Laboratório Internacional Ibérico de Nanotecnologia, em Braga, era necessário ter presenciado o incómodo que lhe causaram os apupos que ouvira meia hora antes na praça do Município. Foi durante a revista às tropas, após serem entoados os hinos de Portugal e Espanha, na cerimónia que abriu a XXIII Cimeira Luso-Espanhola.


sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

Falta um "pelouro"...




«O Conselho de Administração Executivo do Banco Comercial Português, eleito na terça-feira, já distribuiu pelouros entre os seus membros. O CEO Santos Ferreira assume o plano estratégico Millennium 2010 e Millennium Angola. Armando Vara será o responsável pelo pelouro de desinvestimento de activos». (Negocios.pt. 18/01/2008)

O "pelouro" assenta-lhe bem...
Só falta um engenheiro para o "pelouro" de demolições e desmantelamento do banco...

As sementes do fascismo


Não diríamos melhor do que José António Barreiros:
Pode parecer que não, mas as sementes do fascismo estão aí: populismo e demagogia na política, insegurança e medo nas consciências, saudades do passado, rendição a quem vier e que mande nisto, o capital sem moral, o trabalho sem valor. (A Revolta das Palavras)



quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

As mulas e os asnos





Com o devido respeito, para uns e outros, tanto as mulas como os asnos quando teimam, empancam e não saem do mesmo sítio, mesmo quando estão errados...


Alterações não vão acontecer antes de 2010

O ministro da Justiça admitiu, esta quinta-feira, a introdução de «aperfeiçoamentos» no Código de Processo Penal, mas não num prazo inferior a dois anos, e após uma análise no terreno feita pelo Observatório Permanente para a Justiça. (TSF, 17/01/2008)

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Constâncio também sabia...





O homem que ajudou Sócrates a enganar o portugueses com o embuste do défice para justificar o incumprimento de uma solene promessa eleitoral, e que colaborou com o mesmo engenheiro na técnica poliorcética de tomada do BCP, e que ainda vendeu parte das reservas de ouro ao desbarato, sabia e nada fez...

«Desde 2005 que o governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, sabe que existem situações em que os bancos procedem ilegalmente ao congelamento de contas bancárias e à penhora de salários e pensões, disse hoje o provedor de Justiça no Parlamento.

Em declarações aos deputados da Comissão de Orçamento e Finanças, no âmbito de uma audição pedida pelo CDS-PP depois da Provedoria ter divulgado um relatório sobre os serviços de finanças, Nascimento Rodrigues disse que o governador do Banco de Portugal "tem conhecimento desta situação desde 2005"» (Público, 16/01/2007).



Monstruosidade



A vitória do engenheiro Sócrates na AG do BCP foi monstruosa, como monstruosa foi a acção de seu aparelho para comprar votos, interesses e apoios.

Nunca em nenhum caso conhecido em tantos séculos de história, se viu como o aparelho do Estado foi colocado ao serviço do aparelho de um partido para controlar uma das maiores empresas do País, aquela de quem se diz que é dona de metade de Portugal, num suposto sistema de mercado livre.

Sócrates vai de vitória em vitória até à derrota total, que um dia virá e será estrondosa.

Homem pequeno, como todos os pequenos homens, julga-se grande e eterno. Mas nem na vida nem na política se vive ou sobrevive muitos anos.

O mercado está a dar a resposta a Sócrates.

A descer 11%, o BCP perde mais de mil milhões numa só sessão...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

O preço de Constâncio




O título deste "post" pode suscitar algum equívoco. Não! Não estamos a pensar no resultado da Assembleia Geral do BCP e não vamos falar de quanto custa a dignidade de uma criatura que, pelo menos, em duas ocasiões se revelou como um "homem de mão" do engenheiro Sócrates. Estamos a pensar nesta notícia do Jornal de Negócios, de hoje:

«As reservas de ouro do Banco de Portugal passaram de 6.399.586 para 6.664.726 milhões de euros entre Setembro e Outubro do ano passado, segundo o boletim de Janeiro do banco central português.

Este aumento de 265,14 milhões de euros no valor das reservas, incrito na rubrica "ouro e ouro a receber" da situação patrimonial do Banco de Portugal, decorre da forte valorização do metal amarelo nos mercados internacionais».

Vítor Constâncio tem alienado parte significativa das reservas de ouro do Banco de Portugal. E qualquer pessoa que acompanhe os mercados financeiros e o preço do ouro, pelo menos desde 2000, tem justificadas razões para pensar que nem todas as operações de Vítor Constâncio foram acertadas. O resultado dessas alienações está à vista e pode ser contabilizado.

Quanto perdeu Portugal com as alienações das reservas de ouro feitas por Vítor Constâncio?

Talvez o assunto merecesse uma comissão parlamentar de inquérito...

Esperemos que, para emendar o erro, não vá recomprar quando os valores do ouro atingirem um novo topo, para depois voltar a vender em baixa...



segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

O Mentiroso





Se alguém um dia se der ao incómodo de elaborar uma lista dos cognomes, tal como se fez para os nossos monarcas, não será difícil escolher o cognome do engenheiro José de Sousa e esse será certamente O Mentiroso.

Nele, a mentira, ao invés de defeito, é feitio.

Alguns dizem que é um mentiroso compulsivo.

Com mais acerto se dirá que é a personificação da mentira, a mentira em pessoa.

A única verdade que nele se vislumbra é a do vazio que completamente o preenche para além da mentira que dele transborda.

A falácia argumentativa da decisão sobre não se referendar o tratado que ofensivamente tem o nome da nossa Capital é apenas mais uma das intermináveis mentiras com que diariamente vilipendia este Povo adormecido e alienado.

Na habitualidade de uma prática que se tornou quotidiana, estranhar-se-á apenas quando usar a verdade. Isso sim será notícia!






domingo, 13 de janeiro de 2008

Constâncio e o BPI



Vítor Constâncio é certamente um homem competente nas áreas económicas e financeiras a que tem dedicado a sua vida académica e profissional.

Mas no seu currículo fica bem evidente, pelas muitas funções para que foi nomeado por detentores de cargos políticos do seu partido, o peso da sua filiação no PS.



Pela independência orgânica e funcional do Banco de Portugal face ao Governo, seria talvez exigível que o administrador desta instituição exercesse o seu cargo sem qualquer ligação dúbia com quem detém o poder executivo no País.

Não foi o que se viu logo após a subida do sr. José de Sousa ao lugar de Primeiro-Ministro, na pantominice da avaliação do défice orçamental que permitiu ao engenheiro das baixas políticas forjar um ardil para obnubilar as suas mentirosas promessas eleitorais.
Nem foi o que se viu agora, na mais do que aparente mancomunação com o Governo para controlar o BCP.

Tudo isto foi já mais do que criticado, nos mais diversos locais, deste a blogosfera aos meios de comunicação tradicionais.

O que não tem suscitado reparo é a ligação de Vítor Constâncio ao BPI.

Sendo manifesto o interesse do BPI em apoiar a socratina OPA sobre o BCP, Vítor Constâncio agiu como agiu apenas pelas ligações que tem ao engenheiro José de Sousa e ao PS, ou também terá pesado o facto de, antes da sua nomeação para administração do Banco de Portugal, ter sido administrador do BPI?

Será que Vítor Constâncio fez o pleno e de um vez só lambeu as mãos e os pés a todos os que lhe têm enchido abundantemente o estômago: o Estado e o BPI?

Seja como for e em qualquer dos dois casos, um Homem absolutamente íntegro não teria feito o que ele fez. E depois de o ter feito teria a dignidade de reconhecer o escandaloso acto que cometeu e ir-se embora.

Para além do mais, com um cartão de militante do PS, não teria receio de ficar no desemprego.
E isto sem contar com a choruda pensão a que teria direito...






sábado, 12 de janeiro de 2008

Desavergonhice


A senhora Ministra da Educação, num exercício de total despudor e falta de vergonha, enviou para as escolas portuguesas uma carta em que fez uma auto-avaliação positiva do ano lectivo transacto.

Ela - que vituperou os professores por a sua avaliação se basear fundamentalmente num relatório de autoavaliação - vem esconder o estado miserável em que se encontra o sistema educativo precisamente com uma autoavaliação eivada de manipulações.






Entre os pontos positivos de que se serve para se comprazer com esta farsa, invoca o crescimento dos cursos profissionais e a modernização física e tecnológica das escolas.

De facto, existe um aumento dos cursos profissionais e dos alunos que os procuram, mas exactamente porque cada vez mais alunos terminam o ensino básico sem saberem ler nem escrever e incapazes de prosseguir as vias de ensino.

A modernização tecnológica das escolas é também uma realidade. Há mais computadores, vieoprojectores e quadros interactivos.
Mas há também cada vez mais alunos que não sabem consultar um livro ou fazer uma simples conta de somar.

Por acaso tem a senhora ministra a coragem de dizer que os alunos que terminaram o ano lectivo 2006/2007 estão mais bem preparados do que os do ano anterior? E os que terminarem o ano lectivo de 2007/2008, ultrapassarão em qualidade os do ano findo?

O sistema educativo está num plano inclinado. Os alunos e o País não param de descer a rampa em direcção ao abismo. Dizer o contrário é não conhecer a realidade das escolas, ou, pior, é mentir sobre esta cadaverosa realidade!

Os resultados do último PISA mostraram bem a realidade educativa portuguesa!
Claro que a Ministra e os seus colaboradores teceram sobre ele mais uma mistificação.

Não chegava a arrogância da senhora ministra. Agora vem com esta abjecta desavergonhice!

Tenha vergonha!
O País é mais importante do que a sua patológica personalidade!...





Trapalhadas 2


Sobre o otariano projecto do novo Aeroporto de Lisboa que não seria em Lisboa mas num pântano de lamaçais e de interesses que tais, nada há a dizer além do muito que por todo o lado já se disse. É o sr. José de Sousa que governa o que resta de Portugal e quem esperaria algo melhor deste indivíduo, não percebeu a indigência intelectual e a tacanhez moral da criatura.






Sobre Mário Lino, a principal diferença em relação a Sócrates é que é mesmo engenheiro e inscrito da Ordem dos Engenheiros. A falta de escrúpulos e de vergonha é exactamente a mesma.

Pena é que, não possamos dizer com certeza: «Gente desta no Governo, "jamé"*.

_______________

Jamé significa "nunca mais" em francês técnico. Em socratinês significa "muito provavelmente" ou "talvez".



Verdade inconveniente

Vinda de onde vem - um membro das FP25 amnistiado pelo camarada Soares - a crítica poderia ser desvalorizada.

Mas sucede porém, que, além de incómoda, a crítica é verdadeira. De "esquerdismo" a socratina governação tem muito pouco; e de "socialismo" não tem nada, a não ser o sectarismo e o compadrio próprios do PS e da Maçonaria que intrinsecamente inspira este partido que, ressalvada a boa intenção de alguns dos seus militantes e votantes, afigura-se um bando de oportunistas e sanguessugas do Estado: Primeiro eles e os amigalhaços; depois o País...


Um antigo dirigente condenado no processo das FP-25 provocou ontem um incidente no final do discurso do primeiro-ministro sobre os desafios do desenvolvimento. Assim que terminou a apresentação de Sócrates, Mouta Liz levantou-se, exaltado, e acusou o primeiro--ministro de ter feito um discurso “de propaganda”. Liz berrou que “isso não passa de mentiras” e que “o primeiro-ministro não tem vergonha”.

Contrastando com a indiferença e calma com que Sócrates abandonou a sala, Mário Soares, que tinha discursado antes, no seminário que decorreu ontem na Fundação Gulbenkian, em Lisboa, ainda tentou acalmar os ânimos, sugerindo que se o participante não ficasse em silêncio seria posto na rua, o que de pouco adiantou. O homem continuou dizendo que “a esquerda de que [Sócrates] fala não existe”. E foi ao ponto de dizer que já estava farto de ouvir “umas cem vezes a palavra ‘esquerda’”, numa clara referência ao discurso de Sócrates, que não se coibiu de usar o termo. Muitos dos presentes na sala voltaram-se contra o autor dos protestos, que ficou incomodado. Na resposta, Mouta Liz gritou que a maioria dos presentes “vive à custa do Estado”. (Correio da Manhã, 12/01/2008)




Estás a conseguir!...

Continue senhor engenheiro. Sozinho voçê consegue! Não precisa da ajuda dos portugueses para conseguir esse objectivo!...

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Socratina destruição


Desde a subida de Sócrates ao poder, a economia portuguesa perdeu, em termos líquidos, 19 274 empregos. Estes resultados constam de um artigo publicado no Boletim Económico do Banco de Portugal. (Correio da Manhã, 09/01/2008)


Para quem prometeu criar 150.000 empregos líquidos numa legislatura, os resultados não parecem animadores, mesmo que sujeitos às habituais manipulações estatísticas socratinas.

Para quem tivesse dúvidas, a competência do senhor engenheiro está claramente manifesta.




O pior é que a tendência vai continuar. A socratina destruição da economia portuguesa segue a sua marcha imparável!...









quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Trapalhadas 1


Se bem nos lembramos, era o Governo de Santana Lopes que fazia "trapalhadas".

Com o Engenheiro Sócrates, terminaram as "trapalhadas", e o que ontem se fazia de uma maneira, hoje já se faz de outra:

«O Governo recuou na decisão de pagar o aumento retroactivo das pensões ao longo de 14 meses e vai fazer um único pagamento, “assim que possível”, do retroactivo referente a Dezembro e ao subsídio de Natal.


A decisão, anunciada pelo ministro do Trabalho, Vieira da Silva, ontem, na Assembleia da República, contrariou o que tinha sido até então defendido pelo secretário de Estado da Segurança Social, Pedro Marques. Uma polémica levantada pelo Correio da Manhã na sequência de várias denúncias de pensionistas que foram chegando à redacção.» (Correio da Manhã, 10/01/2008)