domingo, 10 de janeiro de 2010

Alberto Costa, a mando de Sócrates fez um "excelente" trabalho...

Arranjou maneira de impedir que o Ministério Público, a Polícia Judiciária e os Tribunais deitassem a mão aos corruptos... do sistema...

Como seria incompetência a mais, parece que foi tudo arranjado por encomenda: a substituição do PGR, o próprio ministro, o representante português no Eurojust, a decapitação da PJ, a "reforma" penal...

Depois, bastou lançar na comunicação social(ista) as campanhas de branqueamento...







Excertos da entrevista com Maria José Morgado

Esta comissão (parlamentar sobre a corrupção) poderá acelerar o encontro de novas medidas?

É bom que haja no poder político gente preocupada com o combate à corrupção porque ele é multifacetado - a frente da justiça é a última e subsidiária das outras - e temos de passar das palavras aos actos nas decisões políticas. Não só em termos de quadro legal, mas na atribuição de instrumentos legais e recursos aos magistrados que possibilitem mais recursos tecnológicos no combate à corrupção.

Pode especificar o que é preciso?

Medidas de tecnologia e meios de actuação porque, enquanto o poder político e executivo não decidir investir, temos de trabalhar com esta realidade em vez de fomentar formas racionais de organizar investigação criminal face à criminalidade nova e altamente organizada.

A comissão vai concorrer com o MP?

Uma nada tem a ver com a outra!

Mesmo com tantas propostas?

Precisamos muito de medidas efectivas porque a corrupção, o meio em que se insere e os fenómenos associados causam um grande dano social. E, como se tem visto, origina sentimentos de impunidade muito grandes. Não podemos estar em Portugal como na América Latina, onde há, ao nível da política criminal de combate à corrupção, um sentimento de impunidade generalizado em relação aos poderosos e aos titulares de cargos políticos.

Essa situação de impunidade não acontece por acaso. Os políticos protagonizam muitos desses casos!

A corrupção insere-se nos sectores da administração pública central e local e nos sectores da titularidade dos cargos políticos - é essa a patologia -, apesar de também termos corrupção no sector privado.

Porque é que a justiça rápida não tem interessado ao poder político?

Tivemos uma última reforma penal que só cria entraves à celeridade, apesar de ter criado um quadro aparentemente rígido de prazos e de tramitações processuais que, na aparência, parecem conduzir num sentido de rapidez. Na prática, tornam quase inviável a investigação célere da criminalidade grave e complexa. Esse foi um dos maiores erros da reforma de 2007, apontado até por professores catedráticos com autoridade que eu não tenho.


Mas em relação ao Código de Processo Penal é muito crítica.

Avisámos desde o princípio que o código criaria, ao nível da criminalidade grave e complexa, dificuldades de aplicação da lei e no exercício da acção punitiva do Estado. Foi um código que desequilibrou a harmonia do anterior exageradamente, que desprotege o poder punitivo e deixa o Estado de direito completamente desarmado e à mercê do crime organizado, que hoje é transnacional, utiliza tecnologias de informação e formas empresariais de actuação e associa-se à corrupção para atingir os seus fins. Como não é estigmatizado, beneficia-se da respeitabilidade de certos sectores da sociedade, existindo até um fenó-meno de porosidade entre determinados sectores da sociedade e determinadas áreas do crime organizado ao nível do económico-financeiro. O código ignorou essa realidade.

Essa nova criminalidade tem a vida facilitada em Portugal?

Como em todos os países, mas com a agravante de termos ferramentas de actuação do poder punitivo muito morosas e pouco eficazes.

DN

Coisas do Alberto Costa...


... aquela espécie de Ministro da Justiça que apenas foi colocado por Sócrates nesta pasta para limitar os efeitos do Caso Casa Pia e para o desentalar do Freeport e de outras trafulhices...

Ministério da Justiça passou cheques falsificados

Caixa foi burlada em quase 800 mil euros



O Instituto de Gestão Financeira e de Infra-estruturas da Justiça (IGFIJ), que gere o capital do ministério da Justiça, passou nove cheques que foram interceptados, falsificados e levantados na Caixa Geral de Depósitos, na ordem dos quase 800 mil euros.

A grande maioria (90 por cento) dos saldos bancários deste instituto encontra-se ainda em 12 contas ilegais, também na CGD. Dos 850 milhões de euros envolvidos, muitos não se sabe de onde vêm, para que servem ou a que se destinam.

Estes dados constam de uma auditoria da Inspecção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ), cujo relatório o DN teve acesso.

O novo ministro da Justiça, Alberto Martins, teve conhecimento do relatório e afastou os gestores do IGFIJ, ao contrário do seu antecessor, Alberto Costa, que o ignorou. Os novos responsáveis têm dois meses para apresentarem propostas de rectificação, enquanto o Tribunal de Contas já iniciou uma nova auditoria.

TVI 24




Transcrição do dia

Se há um submundo na Blogosfera ele está exactamente nos assalariados de Sócrates e do PS que pululam nos blogues, como autores ou como comentadores...


O Primeiro-ministro José Sócrates, ele próprio, suscita na blogosfera um apoio muito especial, sem equivalente no mundo exterior fora da Rede. Não sei se por desespero,- as coisas não tem corrido bem à persona tutelar, - se por simpatia, no sentido preciso do termo, se por imitação, os blogues socráticos desenvolveram um estilo agressivo de insulto e calúnia pessoalizada, que não tem paralelo com qualquer outra área política (se exceptuarmos algumas personagens passo-coelhistas como Nogueira Leite, conhecido por insultar tudo e todos no conforto do Twitter e do Facebook). Esses blogues, como o Câmara Corporativa, o Aspirina B, o Jugular, escritos muitas vezes sob o anonimato e onde pululam empregados do governo, e às vezes mais acima - o anonimato serve para ocultar os autores, mas o estilo denuncia-os –, representam um mundo aparte na blogosfera que revela as fontes do radicalismo que emana nos dias de hoje do centro do poder socialista à volta de Sócrates. Quem se mete com José Sócrates leva de imediato uma caterva de insultos, que inclui todos os clássicos e é sujeito a uma campanha ad hominem grosseira e, zanguem-se agora a sério, muito miguelista mas sem as qualidades de José Agostinho de Macedo.

A mecânica destes blogues está longe de ser a discussão política, mas uma regra típica dos aprendizes de feiticeiro: a destruição dos adversários a golpes de insultos e calúnias, já que não se pode prende-los, nem censurá-los. Os seus executores são gente mais à esquerda do que o PS, com pretensões intelectuais, mas com a pior das tentações intelectuais, a que vem da desenvoltura e do sentido de impunidade de quem acha que está no poder e tudo lhe é permitido.

José Pacheco Pereira




A mesma escola...





Entrega do dinheiro terá ocorrido num almoço em casa do empresário das sucatas, em Ovar

MP acredita que Godinho pagou 25 mil euros a Vara em Junho


O Ministério Público (MP) de Aveiro acredita que Manuel José Godinho, o único preso preventivo no âmbito do processo Face Oculta, pagou 25 mil euros a Armando Vara, vice-presidente do BCP com o mandato suspenso, a 20 de Junho do ano passado, num almoço em casa do empresário das sucatas no Furadouro, em Ovar.

Público






A Face Visível (= "peixinho de tamanho médio para fingir que o sistema existe) e a Face Oculta (= o desentalado pelos amigos do sistema jurídico-penal)... - parecem ter um modo muito semelhante de proceder...

Mas também um modo semelhante de atirarem areia para os olhos dos Portugueses e da Justiça...

Estudaram na mesma escola, a da vidinha e a da Independente...

sábado, 9 de janeiro de 2010

Para que conste para a posteridade...

... transcrevemos aqui mais um excelente post do José, da Porta da Loja:

A normalidade democrática


O Expresso de hoje conta em detalhe o que ontem já tinha noticiado: o primo de José S., actual primeiro ministro de Portugal, um tal Hugo Monteiro, terá confessado em interrogatório ( é arguido) no DCIAP, ocorrido também no dia de ontem, sexta-feira, que o primo José S. enquanto ministro do Ambiente (de um governo de Guterres), o tinha expressamente autorizado a usar o seu nome para influenciar um favor, junto de um empreendedor imobiliário estrangeiro, no caso o Freeport.

O facto agora confessado, tendo em conta que o facilitador do favor e do nome era ministro de um governo português, configura sem margem para dúvidas, a prática de um crime de tráfico de influência que o Código Penal, assim definia à data dos factos, na versão anterior a 2002 ( a lei penal não tem efeito retroactivo):

Artigo 335.º
Tráfico de influência
1 - Quem, por si ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, solicitar ou aceitar, para si ou para terceiro, vantagem patrimonial ou não patrimonial, ou a sua promessa, para abusar da sua influência, real ou suposta, junto de qualquer entidade pública, é punido:
a) Com pena de prisão de 6 meses a 5 anos, se pena mais grave lhe não couber por força de outra disposição legal, se o fim for o de obter uma qualquer decisão ilícita favorável;
b) Com pena de prisão até 6 meses ou com pena de multa até 60 dias, se pena mais grave lhe não couber por força de outra disposição legal, se o fim for o de obter uma qualquer decisão lícita favorável.
2 - Quem, por si ou por interposta pessoa, com o seu consentimento ou ratificação, der ou prometer vantagem patrimonial ou não patrimonial às pessoas referidas no número anterior para os fins previstos na alínea a) é punido com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa.

É este o panorama legal penal, da actuação indiciada e que ainda contém outras subtilezas: o tal primo de José S. é um mentiroso confesso. O primo, esse, nem vale a pena repisar o epíteto, porque se afigura ser uma característica recorrente de carácter. Objectivamente, mentiu já por diversas vezes, em público e em funções, o que autoriza a afirmação, sem receio algum. Como se pode ler por aqui e por aqui.

Portanto, temos dois mentirosos relapsos, que mencionam um facto: o licenciamento do Freeport foi tudo menos claro, porque envolveu estes habilidosos da influência freelancer.

Em termos estritamente penais, o caso é um nado-morto. O eventual crime está prescrito. Sendo a pena aplicável de prisão até seis meses, há muito que prescreveu o procedimento criminal e será isso que sairá do inquérito, cujo segredo de justiça foi mais uma vez violado, agora pelo Expresso. Aliás, terá sido isto que Lopes da Mota tentou explicar convenientemente aos investigadores do Freeport...só que estes entenderam - e bem- uma outra coisa, bem mais grave. Eventualmente, corrupção, veja-se lá o desaforo!

E politicamente?
Ora, nesse aspecto, quem perdeu a vergonha há muito, tem o mundo como seu. E ninguém existe neste momento, em lugar institucional que lhe lembre que a dignidade mínima de um cargo político, não deveria aceitar um mentiroso relapso e um político que nivela por baixo tudo em que toca. Portanto, o mundo do actual primeiro-ministro é um reduto político de apaniguados e condescendentes politicamente. Um mundo de "razões de Estado"e conveniências várias que afastam veleidades de alteração do satus quo. E que mundo!
Logo que saiu, o ministro Mário Lino de uma memória pegajosa a saltapocinhices, disse em entrevista que este primeiro-ministro é "muito bom", o que provoca inveja nos adversários.
Hoje, em entrevista ao i, a ministra da Educação, conhecia autora de literatura infantil, referiu que não conhecia bem o PM, José S., mas que o considera agora "um grande primeiro-ministro".
Ainda teve tempo de dizer que "Maria de Lurdes Rodrigues tem grande abertura de espírito, sabe ouvir"!!!
Talvez por essa qualidade excelsa de "saber ouvir" e cujo resultado político no ministério da Educação, foi agora totalmente desmontado pela entrevistada enquanto sucessora, aquele mesmo primeiro-ministro acaba de nomear a antiga ministra como presidente da FLAD- a fundação luso-americana para o desenvolvimento.
Bem precisará, para pagar o empréstimo bancário, com hipoteca à CGD, de quase um milhão de euros que fez ainda enquanto ministra...

Portanto, a normalidade democrática, actual, ( e de sempre, pelos vistos), é esta:

A corrupção é um fenómeno intangível que só tem significado para discussão teórica. Os indícios de corrupção no Estado centralizado e nos elementos que o compõem, só terão valor se comprovados por sentenças transitadas em julgado. Julgamentos esses que só ocorrem por um acaso de sorte investigativa, ou por acumular de erros dos visados ou por inépcias dos advogados de defesa, porque as leis os protegem efectivamente e blindam eficazmente o uso de instrumentos de prova, em nome de sacrossantos princípios como o da presunção de inocência.

E mesmo nesses casos, rarísssimos, se forem conduzidos a julgamento, haverá sempre nas instâncias superiores os corrados carnevales da praxe que se encarregarão de limpar a lama e até indemnizarão os pobres inocentes arrrastados na ignomínia.
A Mafia na Itália dos anos setenta e oitenta do século passado, teve o mesmo ambiente.


Bem pagos e caladinhos...

Uma das estratégias de José Sócrates, para se manter no poder e passar incólume a todas as trapassas e trafulhices em que se envolveu ao longo da vida, é repartir o espólio com os que partilham com ele segredos inconvenientes.

Na família como longe dela, as invejas são o pior dos perigos para quem tem o rabo preso em algum acto menos edificante eticamente ou susceptível de causar problemas de natureza legal...

A compra de silêncios e cumplicidades faz-se desta gestão financeira dos réditos auferidos nem sempre pelo processo mais limpo.

José Sócrates sabe também que nada melhor do que retribuir pingues proventos àqueles que o serviram fielmente.

Fê-lo com Armando Vara, com Alberto Costa e agora com Maria de Lurdes.

Compensar os fiéis servidores, sobretudo quando sabem demais, é o melhor seguro para se manter no poder e garantir o silêncio contra inconvenientes surpresas desagradáveis.

Criatura de expedientes, é mestre nestas habilidades!...

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Está feliz


Casamento homossexual

Primeiro-ministro "muito satisfeito" com dia histórico no Parlamento

08.01.2010 - 13:31 Por Lusa

O primeiro-ministro, José Sócrates, afirmou hoje estar “muito satisfeito” por ter participado num dia que disse ser histórico para a Assembleia da República no combate à “discriminação e injustiça”.

No final do debate parlamentar sobre os diplomas sobre casamento entre pessoas do mesmo sexo, o primeiro-ministro foi questionado sobre a mensagem de Ano Novo do Presidente da República, mas preferiu falar “sobre esta sessão e sobre a importância deste debate”.

Para José Sócrates, o debate de hoje marca “um dia muito histórico para a Assembleia da República”.

“Damos um passo da maior importância no sentido de combater a discriminação e a injustiça que existia na sociedade portuguesa”, disse, afirmando a sua satisfação por liderar o Partido Socialista “no sentido de fazer aquilo que um humanista deve fazer”, ou seja, “combater as injustiças dos outros como se fossem injustiças contra nós, combater as normas legais que impedem a igualdade como se nos atingisse a nós próprios”.

“É um momento histórico para a Assembleia da República e estou muito satisfeito por ter participado”, destacou o primeiro-ministro.

Público


Para a nojenta paneleiragem portuguesa hoje é um dia feliz.

Sócrates - que já negou ser homossexual - está igualmente feliz.

Como é uma criatura séria e honesta, acreditamos na sua palavra.

Se ele está feliz, nós também estamos felizes...

Portugal está certamente feliz...

Falta de vergonha

Sócrates é uma nulidade em tudo o que não seja maquiavelismo politiqueiro.

Mas julga-se uma sumidade até para fazer discursos no estrangeiro sobre economia.

O recente conflito com Fernando Ulrich patenteia a falta de categoria daquele medíocre criatura que nem categoria tem para ser presidente de junta de freguesia, mas que para desgraça nossa continua como primeiro-ministro



Camilo Lourenço

Quem não tem vergonha




"Os causadores da crise financeira são os primeiros a queixar-se das acções do Estado que permitiram a resolução dessa crise. (…) O Estado esteve disponível e com vontade de não permitir uma catástrofe do sistema financeiro. É muito curioso que sejam agora os bancos a queixarem-se". Assinado: José Sócrates.

Cada cavadela, cada minhoca. É o mínimo que se pode dizer da reacção ao estudo do BPI que diz que o endividamento consolidado do Estado já chegou a 100% do PIB. O estudo é inocente? Não. Pelo menos no "timing". Mas é útil. E até devia ter sido encomendado ao exterior pelo Governo para ficarmos a conhecer, de fonte independente, a real situação das finanças públicas.
Sócrates confirmou ontem que, além de não ter vergonha, sabe faltar à verdade. Porque as garantias dadas pelo Estado aos bancos, para baixarem o custo de financiamento no pior período da crise financeira, não oneraram o Orçamento (além de que a culpa da crise não foi da banca nacional). E porque o disparo da dívida do Estado, de que o estudo fala, é o reflexo de um problema estrutural da nossa economia. Que Sócrates conhece, mas não fez nada para resolver. Apesar da maioria absoluta que teve.

Jornal de Negócios


Cambada


Taxa de desemprego atingiu os 10,3 por cento em Novembro

11:36 Bruno dos Reis

Portugal foi o quarto pais com maior taxa de desemprego da Zona Euro em Novembro e o número de desempregados atingiu os 10,3 pontos percentuais, revela hoje o Eurostat.


Público


A cambada continua a falar do princípio do fim da crise...


Mas a realidade é apenas esta...


E é só o início...



Escória

Casamento Homossexual

Esquerda chumba proposta de referendo

08.01.2010 - 14:17 Por Lusa (via Público)


A Assembleia da República chumbou hoje a proposta de referendo sobre o casamento homossexual, contida numa petição subscrita por mais de 90 mil cidadãos.
A proposta teve os votos contra das bancadas de esquerda, PS, PCP, BE e PEV.

PSD, CDS-PP e as duas deputadas do Movimento Humanismo e Democracia (Maria do Rosário Carneiro e Teresa Venda) votaram a favor. Abstiveram-se três deputados do PSD.



A escória que governa e destrói Portugal continua a desprezar o Povo Português.

O Povo é sereno e está acarneirado. Mas por vezes chateia-se e começa a aproximar-se esse dia...

Mais um...



Hoje, dia em que a paneleiragem portuguesa - a assumida e a que continua a esconder-se -, mostra como controla um dos antros do regime, Sócrates - não o filósofo grego que era conhecidamente homossexual - mas o nosso admirável engenheiro, destrói mais um dos poucos pilares que restavam da sociedade portuguesa: a família!...


Muito claro...




Na Máfia, as coisas também funcionam assim: um manda, outros fazem mandar e os demais obedecem...

Mas na Itália a Máfia vive na clandestinidade, ao contrário de Portugal onde está instituída como poder..., operando legalmente e em segurança...

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O problema é que a socretinagem só aceita referendos quando sabe que ganha...

Azar com as mulheres

Em tempo de vitória do casamento dos homossexuais - questão pelos vistos cara ao Grande Líder - Sócrates recebe uma notícia incómoda...

De facto, a criatura tem azar às mulheres!

Manuela Moura Guedes não o larga!...

Na tropa - coisa que o dito também não aprecia - diz-se: Azar!

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Socratinice do dia

A propósito das comemorações do Centenário da 1.ª República:

Se mais não houvesse, bastava o sufrágio universal e a ética republicana para que se justificasse esta celebração.

Gabriela Canavilhas
Ministra da (in)Cultura

Não sei quem deu as lições de História à sr.
Ministra da (in)Cultura; talvez o próprio engenheiro...

Suponho que qualquer aluno do 9.º ano saiba que na primeira república as mulheres estavam impedidas de votar...

Portanto, onde está o sufrágio universal?...



terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Era o maior fabricante português de calçado...

Também acabou o maior exportador português: a Quimonda.

Foram tema de propaganda socratina..., sucessos para ocupar tempos de antena...

Sócrates anda em férias na neve, com luvas certamente que o frio aperta...


04 Janeiro 2010 14:18

A maioria dos trabalhadores da Aerosoles entra hoje em "lay-off". No total são 420 o número de pessoas que entra em "lay-off", dos 575 funcionários da empresa de calçado. A empresa, do grupo Investvar, está a braços com um pedido de insolvência apresentado pelo grupo norte-americano Aerogroup Internacional.

Negocios.pt


"Muito democraticamente"...

Segundo se lê aqui, "muito democraticamente"... o Partido de Sócrates impedirá que o Povo Português seja consultado em referendo sobre o tema mais estruturante de uma sociedade humana: a organização da família.

O argumento pseudo-democrático de que o assunto foi sufragado pelos portugueses é uma falácia, mais uma das mentiras socratinas.

Além de ninguém ler os programas eleitorais dos partidos, um voto num partido não é um cheque em branco para tudo o que os programas eleitorais contêm...

Como é óbvio, ninguém concorda a 100% com nenhum programa eleitoral mesmo que vote no partido político que o subscreve!...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Exemplo de como operam os falsários das contas públicas...


Lisnave. Estado "camuflou despesa" de 214 milhões de euros

por Ana Suspiro , Publicado em 04 de Janeiro de 2010

O Tribunal de Contas diz que a despesa de aquisição aos bancos, realizada em 2008, foi "camuflada" como encargo de dívida pública. Em causa está o atraso no desenvolvimento imobiliário da antiga Lisnave, em Almada

O Estado pagou 214,4 milhões de euros aos bancos credores da Lisnave para comprar as participações que estes detinham no Fundo Margueira, que ficou com os terrenos da Lisnave em Almada. O negócio, concretizado em 2008, é descrito na conta geral do Estado do Tribunal de Contas (TC) que diz que o Estado "camuflou" a despesa, ao classificá-la como encargos de dívida pública e não como despesa de activo financeiro.

I online

Frase do dia

O maior aperto que Sócrates pode sofrer é o de ter Manuel Alegre na presidência. Com pactos ou sem eles. Tudo o que Alegre é contraria Sócrates - a cultura, os valores e o percurso pessoal. E um Presidente Alegre não deixaria de lhe mostrar isso todos os dias.

Carlos Abreu Amorim

Correio da Manhã",


Com a ressalva de que Manuel Alegre já pôs o PS à frente da Imagem, Sondagem e Sacanagem do seu actual secretário-geral, para não prejudicar o partido...

E há ainda que contar com a possibilidade de ser o próprio Sócrates a candidatar-se a Presidente da República se conseguir destruir a imagem de Cavaco Silva para assegurar a sua vitória...

Se isto for imprescindível para se livrar de um dos processos judiciais que pairam sobre a sua cabeça, é o que este mestre da sacanagem fará!...




domingo, 3 de janeiro de 2010

Tarde demais

Depois de terem reduzido o País a zero, em termos económicos, dentro de uma ruinosa União Europeia para cuja concorrência Portugal não estava preparado como agora se vê..., talvez seja tarde demais...

A incompetência desta gente não tem limites...


A aleivosia não tem tamanho...

A Luís Amado, um confesso iberista, talvez reste lançar-se nas mãos da sua adorada Espanha.