Número de desempregados aumentou perto de 110 mil em 2009
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Nada mais lógico

Com um governo que promove o aborto e a homossexualidade (masculina e feminina), nada mais natural...
Nunca nasceram tão poucos bebés em Portugal, pelo menos desde que há dados fiáveis. Em Outubro passado, Rui Vaz Osório, presidente da Comissão Nacional para o Diagnóstico Precoce, já antecipava que em 2009 a natalidade iria cair para um mínimo histórico. Os dados dos "testes do pezinho" indicam agora que as suas previsões mais pessimistas - ficar abaixo da fasquia dos 100 mil nascimentos - só não se confirmaram por pouco.
Público
domingo, 17 de janeiro de 2010
Um dos dilectos de Sócrates andou por lá...
Contas
Quatro milhões sem rasto no Ministério da Justiça
por LICÍNIO LIMA Hoje
Ministério da Justiça diz que gastou verba em formação. Sindicato dos Oficiais de Justiça pede explicações.
O Sindicato dos Oficiais de Justiça (SOJ) diz desconhecer onde e como foram gastos quatro milhões de euros que o Ministério da Justiça (MJ) garante terem sido dirigidos na anterior legislatura para 132 acções de formação financiadas pelo Fundo Social Europeu (FSE), envolvendo 2700 oficiais de Justiça. A entidade sindical exige que a Direcção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) seja sujeita a uma sindicância. O requerimento foi dirigido ao anterior ministro Alberto Costa, tendo o assunto já sido recordado ao actual responsável da pasta, Alberto Martins. Ambos não responderam.
O anúncio dos quatro milhões de euros gastos em formação, na anterior legislatura, está expresso no livro Justiça de A a Z - Quatro Anos de Governo, publicado pelo MJ em Agosto, onde consta tudo aquilo que o ministério de Alberto Costa diz ter concretizado.
"O MJ, através da DGAJ, realizou a partir de Novembro de 2006, 132 acções de formação profissional a oficiais de justiça, de dez dias cada uma, com vista à realização dos concursos de acesso às categorias de escrivão de direito e técnico de justiça principal", lê-se naquele livro. Adianta-se ainda que a formação abrangeu 2700 oficiais de justiça com a vista a dotá-los de mais competências, designadamente ao nível da liderança. O investimento, acrescenta-se ainda, envolveu cerca de quatro milhões de euros, permitindo a promoção na carreira dos formandos.
Carlos Almeida, presidente do SOJ, reconhece que as 132 acções de formação foram realizadas. Mas, garante que é de todo impossível terem estado 2700 oficiais de justiça envolvidos. "No máximo, dois mil", assegurou.
Quanto aos quatro milhões de euros, lembra que "pouco, ou nenhum", dinheiro terá sido gasto nos manuais, de centenas de páginas, uma vez que cada um dos formandos descarregou os conteúdos directamente do sítio da Internet da DGSJ. "Uns fizeram-no nas secretarias dos tribunais onde trabalham, outros fizeram-no em suas casas", esclareceu. Quanto ao pagamento de formadores, o responsável sindical assegurou que se trata de oficiais de justiça remunerados pelo ministério que, em hora de expediente, dão também formação. "Se fossem pagos à parte a ilegalidade seria ainda maior. No máximo, terão recebido algumas ajudas de custo", frisou.
Fica, assim, sem explicação, como e onde foram gastos quatro milhões de euros de uma acção de formação que, segundo o MJ, foi co-financiada pelo FSE. Carlos Almeida diz que gostaria de ver o caderno de encargos de candidatura ao subsídio. "Será que consta lá 2700 formandos?", questiona: "Se constarem, os números estão muito acima da realidade", diz.
Neste sentido, informou: "As verbas anunciadas pelo MJ, na ordem dos quatro milhões de euros, para aqueles dois cursos, invocando o número de formandos muito acima dos reais, foram motivo de um pedido de esclarecimento por parte do SOJ que nunca obteve resposta". E acrescentou: "Também não deixa de ser preocupante que reiteradamente se fale nos corredores em pagamentos indevidos a formadores, nomeadamente no âmbito de ajudas de custas por acções não realizadas". Carlos Almeida fala ainda em promoções pouco transparentes (ver texto ao lado). Por isso a insistência em ver a DGAJ auditada.
O DN enviou ao MJ um e-mail a questionar sobre o requerimento do SOJ, mas não foi possível obter uma resposta em tempo útil. Recorde-se que o ministro Alberto Martins mudou a direcção da DGAJ após ter tomado posse.
DN
sábado, 16 de janeiro de 2010
Noivos Gay de Santo António (Costa)
António Costa corrige anterior informação dada pela Autarquia
CML recua e exclui casais gay dos casamentos de Sº António
16.01.2010 - 14:03 Por Ana Henriques
Dois dias depois de ter anunciado que a próxima edição dos Casamentos de Santo António poderia incluir casais homossexuais, a Câmara de Lisboa retrocedeu hoje nesta posição.
Público
Então, estes republicanos, laicos e socialistas, atacam tudo o que tenha a ver com santos e com a Igreja.
Mas como a Cerimónia das Noivas de Santo António dá boa imagem e alguns crédito (entenda-se, votos), estes mesmos republicanos, laicos e socialistas envolvem-se numa cerimónia de cariz religioso.
Que lindo era pôr o Cardeal patriarca a abençoar os pares de homos e lésbicas?...
O que vale é que o Costa, António, acagaçou-se todo quando a Igreja bateu o pé...
Trauliteiros... e moços de recados...
Certamente que amanhã, o director do Pasquim de Notícias, João Marcelino, moço de recados do engenheiro, subscreverá um editorial escrito no Palácio de São Bento...
Aguardemos...
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Censura era no tempo da "outra senhora"...
Primeiro estranha-se. Depois entranha-se*
Publicado por helenafmatos em 15 Janeiro, 2010
“O primeiro-ministro deu ontem entrevistas aos jornalistas no âmbito da iniciativa ‘Governo Presente’ mas impôs como condição não ser confrontado com o caso Freeport.” Correio da Manhã, 10 de Janeiro de 2010
Jorge Wemans, director da RTP2, impõe a sua presença num programa do Clube de Jornalistas transmitido por aquele canal público a 4 de Novembro de 2009. A RTP daria por terminado o programa Clube de Jornalistas no mês de Dezembro de 2009.
“A Administração da TVI deu ordens para cancelar o Jornal Nacional de Sexta, que marcava amanhã o regresso de Manuela Moura Guedes aos écrans da televisão da Mediacapital.” I, 3 de Setembro de 2009.
(…)
Se a 12 de Março de 2005 quando tomou posse o primeiro governo liderado por Sócrates alguém tivesse sugerido que um destes factos poderia ocorrer certamente que niguém o tomaria a sério. Em primeiro lugar porque era absolutamente improvável que o líder do PS (ou de qualquer outro partido) viesse a protagonizar todos os casos em que posteriormente soubemos que o nome de José Sócrates era referido. Em segundo e muito mais definitivo lugar porque a formulação da simples hipótese de que este tipo de coisas viesse a suceder geraria inflamadas indignações: era óbvio que os portugueses (e entre eles com particular destaque os intelectuais, os pensadores, os jornalistas, os empresários etc.. etc…) jamais permitiriam que tal acontecesse. Afinal não se erguera um coro de indignações ainda em Novembro de 2004 quando o então primeiro-ministro Santana Lopes pretendera criar um Gabinete de Informação e Comunicação? O então presidente da República, Jorge Sampaio, foi aliás bem claro no texto em que explicava o veto a esse gabinete frisando: “não há défice, antes excesso de presença estatal e governamental nos meios de comunicação“. Opinião que o então líder do PS, José Sócrates, corroborou tendo afirmado que “o Governo estava a passar das marcas na tentativa de pressão e controlo da comunicação social”. Não sei onde estavam em 2004 as marcas de José Sócrates no que respeita à comunicação social mas parece-me óbvio que desde Março de 2005 as suas marcas passaram para outro lugar. Mas muito mais óbvio e perigoso que o relativismo da localização das marcas de José Sócrates é a disponibilidade da sociedade portuguesa para trocar liberdade e responsabilidade pela segurança do cargozinho, do elogio, da palmadinha nas costas ou do não cair mal, do não ir contra a corrente, do fazer de conta que não é connosco, do “se não me meter com eles faço a minha vidinha descansado”. A lista de factos que consta no início destes texto é ilustrativa dessa forma de estar e viver: em Portugal o poder pode muito e, por razões várias, gostamos de fazer de conta que pode ainda mais. Aos primeiros telefonemas duns assessores governamentais mais ou menos exaltados ou piadéticos para comentadores e jornalistas, estranhou-se. Depois entranhou-se. Paulatinamente deixaram de discutir-se as notícias e os textos de opinião para num bem conhecido fenómeno de fulanização passarmos a discutir a personalidade de quem os assina: diz-se ou escreve-se de determinado modo porque não se gosta de José Sócrates ou porque se é contra o PS. O velho chavão do anti-comunista primário com que o PCP calava aqueles que se lhe opunham deu agora lugar ao pecado de se estar contra José Sócrates. Como se criticar as medidas do governo ou ter dúvidas sobre a actuação do actual primeiro-ministro nos processos de licenciamento do Freeport e Cova da Beira fossem embirrações nascidas por uma qualquer questão pessoal. Simultaneamente foi-se tornando habitual que as empresas públicas e privadas procurem agradar ao primeiro-ministro, suspendendo programas e colaboradores – casos como os de Marcelo Rebelo de Sousa, Teresa Dias Mendes e Manuela Moura Guedes são disso sintomáticos – ou simplesmente omitindo as condições impostas por São Bento. Por exemplo quantos orgãos de comunicação além do Correio da Manhã informaram que José Sócrates pusera como condição não ser confrontado com perguntas sobre o Freeport? Note-se que no dia em que esta imposição foi feita se ficara a saber que Hugo Monteiro, declarara ao DCIAP que fora autorizado pelo seu primo José Sócrates a usar o seu nome no âmbito dos contactos empresariais que fazia junto dos promotores do Freeport. O primeiro-ministro tem naturalmente o direito de limitar os assuntos a abordar nas suas entrevistas. O que já não é tão natural é que os jornalistas aceitem que só têm a entrevista para divulgar a iniciativa ‘Governo Presente’ e sobretudo que não informem sobre as condições em que foi feito esse trabalho. O que é que nos aconteceu entre 2005 e 2010? Como é que passámos da estranheza para o entranhamento? Não foi certamente bebendo o refrigerante que motivou este slogan. Foi simplesmente fazendo de conta que não estava a acontecer nada. Que era tudo normal. Não era. Nem é.
*PÚBLICO (Extraído daqui).
Quando um primeiro-ministro se torna uma anedota...
José sócrates, Obama e o Papa viajavam num avião, quando apareceu, numa das asas, o Diabo com uma enorme serra e começou a cortar a asa da aeronave.
Quando viram o Diabo ficaram apavorados. Sócrates vira-se para Obama:
- Obama, você que sabe falar e argumentar como ninguém, convença o Diabo a parar com isto senão vamos cair e morrer todos!!!
Obama foi até lá, conversou...conversou... e não conseguiu que o Diabo parasse....
Obama voltou e implorou ao Papa:
- Papa, só o senhor poderá salvar-nos.... Ele não quer conversa... Vai derrubar o avião!!!
O Papa foi até ao Diabo, usou de toda a sua persuasão e nada.... Desistiu, voltou e resumiu a conversa:
- Não sei o que fazer.... Estamos perdidos... Vamos rezar!!!
Foi então que Sócrates se levantou e disse:
- Deixa comigo... Sou a última chance, vou tentar.
E lá foi ele falar com o Diabo. Mal trocaram duas palavras, o Diabo parou de serrar a asa do avião. E sumiu-se...
Obama e o Papa perguntaram a Sócrates:
- O que é que você disse ao Diabo?
- Companheiro! Se eu morrer, vou formar governo no Inferno!..
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Não é a socratinice do dia... É a cretinice de muitos dias ou meses...
"Quando estivermos ligados a Madrid, Lisboa e toda a zona em redor será, provavelmente, a praia de Madrid"
Da criatura que faz de Ministro da Economia...
O resto das declarações é um chorrilho de cretinices do mesmo género...
António Mendonça
TGV pode transformar Lisboa na "praia de Madrid"
A entrada em funcionamento da alta velocidade ferroviária (TGV) vai colocar Portugal num "patamar superior" em termos de competitividade e atractividade, disse hoje o ministro das Obras Públicas, António Mendonça, considerando que Lisboa e toda a zona em redor será, provavelmente, a praia de Madrid .
Lusa
"Temos de olhar para a alta velocidade não apenas como mais um passo no desenvolvimento do transporte ferroviário mas, de facto, como o início de uma alteração qualitativa: vamos passar para um patamar superior de condições de competitividade e de atractividade do país", afirmou António Mendonça durante a apresentação de um estudo sobre o impacto da alta velocidade no sector do turismo, que decorreu hoje na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL).
"Não estou preocupado em justificar mais um investimento, mais uma obra pública, mas em salientar o impacto positivo que isso vai ter em termos económicos", acrescentou o ministro.
À margem da apresentação do estudo, o ministro reafirmou que o novo aeroporto de Lisboa e a alta velocidade ferroviária são projectos "absolutamente essenciais para a modernização do país".
No entanto, acrescentou, "temos de estar sempre abertos para ajustamentos que eventualmente se tornem necessários".
António Mendonça disse ainda que "o discurso do défice ou o discurso da dívida é um discurso fácil, que releva do senso comum".
"É evidente que é sempre fácil dizer que temos dificuldades, que temos constrangimentos. Isso é um facto. O discurso mais difícil é o que aponta para aquilo que é necessário fazer para ultrapassar as nossas dificuldades. E o que estamos a fazer com estes investimentos é criar as condições para ultrapassar os constrangimentos estruturais que determinam a existência de défice, a existência de dívida", disse.
António Mendonça salientou que a concretização do projecto português de alta velocidade vai permitir às empresas portuguesas que nele participem adquirir competência e conhecimentos, o que facilitará a internacionalização.
O ministro sublinhou a importância de "pensar com antecipação" nas mudanças que a concretização deste projecto vai trazer e afirmou que "está na altura de começar a preparar o plano de 'marketing' para a chegada da alta velocidade a Madrid". "Lisboa e Madrid vão estar ligadas por 02:45 e isso é uma mudança radical relativamente à nossa noção de tempo, à nossa noção de espaço", disse, acrescentando que, com a entrada em funcionamento da rede portuguesa de alta velocidade, Lisboa pode transformar-se na "capital atlântica da Europa".
"Quando estivermos ligados a Madrid, Lisboa e toda a zona em redor será, provavelmente, a praia de Madrid", afirmou António Mendonça.
E depois falam do Berlusconi...
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Como se controla a comunicação social(ista)...
Entupidos?
Hoje, uma Veradora da Câmara Municipal de Lisboa abandonou a reunião recusando - se a continuar depois de ter constatado que a proposta sobre o Festival redbull não ser como pensava e como lhe tinha sido dito. Tomou essa atitude depois de ter feito várias intervenções a defender a proposta com base em pressupostos que não existiam.
Pediu a interrupção dos trabalhos e não voltou mais... Procurei a notícia o resto da tarde e não encontrei. O que terá acontecido? Não terá interesse? Estará algum canal informativo entupido? É que a Vereadora até é muito conhecida. Até foi número dois da lista... Imaginam se fosse com outros? Terá regressado a censura?
E não foi só isso...
Pedro Santana Lopes
Trapalhada do Costa
Este Costa não dá para mais do que para fazer corridas de burro contra ferraris.
É o que merece quem votou nele!...
Será que o Costa também fez a cadeira de Inglês Técnico na Universidade Independente?
Veja-se a trapalhada...
Oposição critica contrato "leonino"
Air Race: António Costa admite que exclusivo publicitário da Red Bull pode inviabilizar prova no Tejo
13.01.2010 - 23:38 Por Ana Henriques
O presidente da Câmara de Lisboa, António Costa, admitiu nesta quarta-feira que existe uma cláusula contratual relativa ao exclusivo publicitário da corrida de aviões Red Bull que pode vir a inviabilizar a prova na capital, prevista para Setembro.
O autarca falava no final de uma reunião de câmara em que todos os vereadores da oposição criticaram, com veemência, o contrato “leonino” firmado entre a Associação Turismo de Lisboa (ATL) – de que o município faz parte – e a Red Bull, com vista à realização do espectáculo aéreo.
Diz o documento que as Câmaras de Lisboa e de Oeiras terão, juntamente com a ATL, de pagar à Red Bull 3,5 milhões de euros pela corrida, assegurando também todas as suas necessidades logísticas. O acordo é bastante diferente daquele que vigorou nas anteriores edições, que tiveram lugar no Douro. As Câmaras de Gaia e do Porto nunca pagaram mais de 400 mil euros cada uma aos organizadores da prova, cujo risco comercial esteve sempre do lado de uma empresa privada, a Extreme, que intermediava o negócio.
Já as autarquias de Lisboa e de Oeiras, que se preparam para acolher a edição deste ano, vão ficar dependentes do apoio de patrocinadores para conseguirem reunir pelo menos parte significativa dos 3,5 milhões. Só que o contrato assinado pela Associação de Turismo de Lisboa estabelece que o exclusivo publicitário da área onde se realiza a prova, entre Alcântara e Algés, pertence à Red Bull – tal como os direitos de transmissão televisiva. Toda a área ou apenas uma parte? Redigido em inglês, o documento levantou ontem grandes dúvidas quer aos vereadores quer a António Costa, que vai pedir esclarecimentos à ATL.
Alugar espaços
A Câmara de Lisboa contava obter receitas alugando espaços nesta zona – a restaurantes, por exemplo – ou cedendo-os a patrocinadores. “A clarificação desta cláusula é crucial”, observou ontem o presidente da autarquia. “Se a Red Bull tiver o exclusivo de toda a área, isso implicará um custo para a câmara que não podemos considerar”. E tal inviabilizaria a realização do evento em Lisboa? António Costa respondeu que sim.
Para o vereador do CDS-PP, António Carlos Monteiro, todo o processo tem sido conduzido de forma “pouco transparente e absolutamente leviana”, com consequências gravosas para o erário: “Este contrato estabelece que a carne fica do lado da Red Bull e os ossos do lado da câmara”.
O seu colega do PCP, Ruben de Carvalho, mostrou-se também preocupado: “O contrato entre o Turismo de Lisboa e a Red Bull é inaceitável”. Já o vereador social-democrata Victor Gonçalves exigiu um estudo de viabilidade financeira do evento.
As objecções fizeram com que a votação do assunto na câmara tivesse sido adiada para a próxima semana. Quanto à Red Bull, continua a manter-se em silêncio, invocando a confidencialidade prevista no contrato.
Escrito em inglês
Um pormenor que espantou os vereadores da Câmara de Lisboa foi o facto de o acordo assinado entre a Associação Turismo de Lisboa e a Red Bull Air Race estar redigido em língua inglesa. Daí também as dúvidas da sua quinta cláusula, que diz que a Red Bull será a única detentora dos direitos publicitários “on the entire event venue”, isto é, em todo o local do evento, excepto se forem propriedade privada.
Os autarcas ficaram também surpreendidos por o documento remeter a resolução de eventuais diferendos para os tribunais de Viena
Público
Este governo não pára... de afundar o País...
"Spread" da dívida pública portuguesa quase duplica em dois meses
Os investidores estão a exigir uma maior rentabilidade para comprar divida pública portuguesa, com o diferencial entre as "yields" das obrigações portuguesas face às alemãs a aumentar fortemente nos últimos dias. Hoje situa-se em 82 pontos base, quase o dobro do registado há dois meses.
Negocios.pt
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Outra demonstração de sucesso...
13.01.2010 - 21h05Por LusaMais de 1250 empresas foram declaradas insolventes em 2009, o que representa um crescimento de 49 por cento em relação ao ano anterior, e foram constituídas 30.412 novas empresas, o que significa um decréscimo de 15 por cento.
Segundo o Estudo Anual de Insolvências e Constituições de Empresas da Coface, no decorrer do ano de 2009, o tribunal declarou a insolvência de 1251 empresas, mais 410 do que no ano anterior, o que representa um aumento de 49 por cento.
No mesmo período, foram constituídas 30.412 novas empresas, menos 4.562 do que em 2008, o que representa uma queda de 15 por cento, verificando-se uma diminuição das constituições ao longo do ano.
A sicuta de Sócrates...
Portugal enfrenta risco de "morte lenta"
Eva Gaspar
egaspar@negocios.pt
Portugal e Grécia são dois países que enfrentam o risco de uma “morte lenta”, caso os respectivos Governos continuem a ser obrigados a reservar uma parcela crescente da produção nacional ao pagamento das dívidas contraídas e respectivos juros.
O cenário, descrito em termos alarmistas, é traçado pela Moody’s, a agência de “rating” que diz estar à espera do novo Orçamento de Estado para decidir se vai voltar a baixar a notação de risco da República portuguesa, aconselhando, deste modo, os investidores a cobrarem juros mais altos para financiar as políticas públicas nacionais.
Ao longo de um extenso relatório dedicado às perspectivas de evolução da dívida soberana dos países europeus, a Moody’s atrela recorrentemente o caso grego ao português, considerando que ambos falharam no saneamento das finanças públicas durante os tempos das "vacas gordas" – que, por cá, foram quase sempre magras – e que são “os dois exemplos de países que exibem uma baixa competitividade estrutural” no seio da Zona Euro, que se reflecte em elevados défices externos.
Neste contexto, a Moody’s diz que o risco de uma “morte súbita”, deflagrada por uma crise na balança de pagamentos, corresponde a uma probabilidade “negligenciável”. Mas, em contrapartida, a agência de notação de risco considera “provável” um cenário de “morte lenta” – que faz lembrar o tal “definhamento” a que Ernâni Lopes há muito considera estar condenada a economia portuguesa.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Coincidência...
RTP
"É uma ironia sair da RTP quando há PSD, Orçamento e presidenciais"
por Patrícia Silva Alves, Publicado em 12 de Janeiro de 2010Marcelo Rebelo de Sousa termina a contragosto o espaço de comentário semanal na RTP "As Escolhas de Marcelo". "Não saí pelo meu pé. Tenho pena de sair", diz ao i professor universitário.
(...)
A ironia do Timing
O fim do programa - 28 de Fevereiro - coincide com um momento em que a discussão do sucessor de Ferreira Leite promete aquecer: o PSD só vai decidir a liderança depois do debate do Orçamento do Estado (OE), que será entregue na Assembleia da República na terceira semana de Janeiro.
A despeito da vontade de uma parte do PSD, que lhe pede para que volte à liderança do partido, Marcelo Rebelo de Sousa descarta a possibilidade de que o fim do programa seja lido como um sinal verde da candidatura. Aliás, nota que, exactamente por isso, faz mais sentido manter o seu espaço de comentário: "Não deixa de ser uma ironia sair quando vai haver mais matéria para comentar, como a votação do OE, as eleições presidenciais e a discussão da liderança do PSD "diz o professor.
As audiências confirmam-no. No final do ano marcado pelo caso das escutas em Belém, por três eleições e por um "pondero ponderar", o share de "As Escolhas de Marcelo" disparou nos últimos meses de 2009.I online
Passo a passo...
Risco da dívida portuguesa em máximos de Março de 2009
O risco da dívida da República Portuguesa atingiu, hoje, um novo máximo de Março de 2009, impulsionado pelo novo alerta da Moody s, que avisou Portugal da possibilidade de cortar o "rating" caso não sejam tomadas medidas para baixar o défice das contas públicas.
Esta evolução dos CDS significa que a percepção de risco associada ao país esta a aumentar. E a tendência já não é nova, tendo-se acentuado em Dezembro, altura em que a Standard & Poor's colocou em "negativo" o "outlook" para a dívida pública portuguesa.
Negocios.pt
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Dois anos depois de...
Dois anos depois de tantos alertas, de tantos criminosos postos em liberdade, de paralisarem os tribunais, de desautorizarem a polícia e de descredibilizarem os juízes...
A aplicação da prisão preventiva vai ser novamente alargada, os prazos para investigar crimes graves e complexos vão ser genericamente estendidos, irá ser possível voltar a deter suspeitos fora de flagrante delito, quando há risco de continuidade da actividade criminosa, e as regras do processo sumário vão ser alteradas para permitir um recurso efectivo a este tipo de processo mais célere e menos burocrático. Em traços gerais são estas as propostas da comissão que o Ministério da Justiça criou em Novembro passado para analisar o relatório do Observatório Permanente da Justiça e formular alteração ao códigos Penal e de Processo Penal, pouco mais de dois anos após a última reforma penal ter entrado em vigor, em 15 de Setembro de 2007.
Público
Coisa de ditadorzecos...
Estudantes falam em repressão de manifestações por parte das autoridades da Educação
11.01.2010 - 16:47 Por Lusa
Os estudantes do ensino secundário acusaram hoje algumas direcções regionais de educação de impedirem a realização de manifestações, avançando que há alunos com processos no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) por se manifestarem.
Certeira denúncia da discurso cor-de-rosa dos falsários...
João Salgueiro critica "discurso cor-de-rosa" do Governo
O Governo português utiliza um "discurso cor-de-rosa" quando se refere à evolução económica do país, na opinião do economista João Salgueiro, que hoje foi recebido no Palácio de Belém numa audiência com o Presidente da República Cavaco Silva.
"O discurso é cor-de-rosa", disse João Salgueiro à saída da audiência com o Presidente da República, respondendo a perguntas dos jornalistas sobre as últimas declarações públicas do primeiro-ministro José Sócrates.
"Não tenho que dar soluções nem ao Governo, nem à oposição, mas é fundamental que a classe dirigente racionalize o discurso político face à realidade", acrescentou João Salgueiro.
O ex-presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB) falou aos jornalistas na saída do encontro com Cavaco Silva, que foi solicitado por João Salgueiro, tendo dito que manifestou ao Presidente "preocupação face ao futuro".
"Nos últimos dez anos, os governantes conseguiram dar menos aos portugueses do que estes gostariam", disse ainda Salgueiro, frisando concordar com as declarações do governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, na sua última intervenção, quando defendeu a necessidade de começar a corrigir o desequilíbrio das contas públicas já em 2010.
Questionado sobre as mais reice, Salgueiro disse apenas que "se eles dizem, podem fazer".
"A crise no Dubai colocou a Grécia na actual situação e se a Grécia não resolver o seu problema, Portugal pode ser o próximo", considerou, defendendo que "é preciso fazer tudo para reduzir a despesa [pública[, mas que o país ainda não está num ponto de custe o que custar".
Sobre o Orçamento de Estado para 2010, que o governo se prepara para apresentar para discussão, Salgueiro afirmou que é necessário que o Orçamento de Estado "seja claro e uma resposta aos desafios nacionais", recordando que Portugal tem o pior desempenho económico, quer da Zona Euro, quer da União Europeia a 27, desde o princípio do novo século.
Sic OnLine




