domingo, 22 de junho de 2008

O menino de ouro...


Como ainda não lemos, limitamo-nos a dar notícia desta recente obra de Eduarda Maio e a transcrever a sinopse da editora, A Esfera dos Livros:


Fevereiro de 2005. Nas eleições legislativas, o Partido Socialista alcança uma vitória inédita e consegue a sua primeira maioria absoluta na Assembleia da República. Aos 48 anos e a liderar o partido há pouco mais de quatro meses, José Sócrates via a sua força de vontade recompensada com um triunfo histórico. Era o culminar da carreira política daquele que muitos companheiros apelidaram de «Menino de Ouro do PS», que começara duas décadas antes, na Covilhã. Das festas em Vilar de Maçada, aos seus primeiros tempos como militante da Juventude Social Democrata, do espírito com que reorganizou o Partido Socialista em Castelo Branco à eleição como deputado, de mediático ministro do Ambiente, à conquista do PS e do país. A jornalista Eduarda Maio percorre os trilhos políticos e familiares de José Sócrates. Entrevistou companheiros de luta e de juventude, recolheu pequenas «estórias» - umas desconhecidas, outras esquecidas -, aborda temas polémicos como o caso da sua licenciatura, revela rivalidades, capta emoções, tentando perceber a personalidade de um homem que uns consideram apaixonado, combativo e dinâmico, outros arrogante, teimoso e calculista. O resultado é a primeira biografia do actual primeiro-ministro.


Só pela capa quase nos atrevíamos a fazer algum comentário sobre a obra e sobre o biografado. Mas não querendo ser maledicentes, remetemo-nos ao mais profundo dos silêncios.

O mais recente embuste do falsário



Ora, depois de oferecer positiva num exame de matemática do 9.º ano a todos os alunos, com uma prova em que apenas 20% dos conteúdos era do 9.º ano, eis que o embusteiro sem escrúpulos inventou um novo embuste.

Alargou o programa e-escola aos alunos do 7.º, 8.º e 9.º anos. Doravante podem adquirir um portátil por 150 euros, através de uma das três operadoras de telemóvel...

Só que a Optimus já disponibiliza essa oportunidade a todos, andem ou não na escola, sejam alunos ou encarregados de educação, a toda a gente que queira ficar presa a um contrato de prestação de serviço de acesso à Internet por um pequenino período de 3 anos.

Mais uma habilidade do engenheiro embusteiro.

Francamente, a corja socratina não tem vergonha!

A vítima inocente


sábado, 21 de junho de 2008

O engenheiro Sócrates dá-se mesmo mal com os profes, exceptuado talvez um, José António Morais, um génio da docência, amigalhaço do PS, que o aprovou em 4 das cinco cadeiras que lhe ofereceram na Universidade Independente.

Depois de fechar os hospitais e as maternidades, só lhe falta mesmo encerrar as universidades e criar umas Novas Oportunidades que forneçam diplomas de licenciatura.

É que andar 3 anos na universidade bolonhesa para tirar uma licenciatura é um exagero inaceitável...

Uns cursos de 3 semanas, podendo enviar-se as provas por fax ou pela Net, será certamente o futuro simplex universitatis socratinensis.


O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) denunciou hoje a "grave situação financeira das universidades", que se traduz em défice real de tesouraria e impossibilidade de cumprir compromissos.

Segundo o CRUP, "se não houver um reforço de 100 milhões de euros ainda para os orçamentos de 2008, as universidades ficam em grandes dificuldades financeiras que colocam em causa o pagamento de salários". Um comunicado do conselho indica que foram retirados do orçamento das universidades este ano, por via da aplicação da Lei do Orçamento, "mais de 13 por cento da massa salarial global", onze por cento referentes ao aumento das transferências para a Caixa Geral de Aposentações e 2,1 por cento correspondente aos aumentos salariais.

Público
21/06/2008

Portugal, Socratine Europe’s Far West

Tiros na praia de Santo Amaro de Oeiras

Confrontos entre grupos rivais provocaram ferimentos num polícia que ficou ferido ao ser atingido por uma garrafa

Confrontos na praia de Santo Amaro de Oeiras obrigaram este sábado à intervenção de três equipas da brigada de intervenção rápida da PSP, tendo um agente sido ferido com o arremesso de uma garrafa. Para repôr a ordem a PSP disparou vários tiros para o ar «com balas não letais», disse ao PortugalDiário fonte da polícia.

De acordo com a mesma fonte, o incidente começou com uma rixa entre dois jovens, cerca das 17:30, tendo dois agentes da PSP presentes no local sido obrigados a pedir reforços, depois de terem tentado, sem sucesso, controlar os dois homens e alguns outros que, entretanto, se envolveram na luta.

Os polícias no local foram agredidos com garrafas e vários objectos que foram atirados na direcção dos agentes. Três equipas da brigada de intervenção rápida da PSP deslocaram-se, então, ao local, tendo um dos agentes sido agredido com uma garrafa, que lhe provocou um hematoma na cabeça.

Portugal Diário
21/06/2008


Fartar vilanagem

Do clone de Sócrates


Há poucos dias tivemos o desprazer de ver e ouvir aquela espécie de clone de José Sócrates que faz de Ministro da Presidência vomitar na Sic Notícias um chorrilho de mentiras entre as quais a de que os portugueses vivem melhor agora do que há 3 anos.

Infelizmente muitos portugueses estão a resgatar os certificados de aforro, os fundos de investimentos e as contribuições para planos de reforma, e a levantar o dinheiro das contas a prazo para conseguirem pagar as despesas correntes.

Aforrar é cada vez mais impossível quando os rendimentos mensais são rapidamente consumidos nas despesas mais essenciais.

Dizer que a responsabilidade é da subida do preço do petróleo e do arrefecimento da economia mundial é desculpa que a cronologia dos factos desmente categoricamente. Apesar de alguns indicadores macro-económicos se terem afigurado positivos, desde que Sócrates está no poder só o aumento do endividamento privado disfarçou as crescentes dificuldades das famílias portuguesas e só o aumento da emigração escondeu o crescimento acentuado do desemprego.

Agora com a contracção das disponibilidades financeiras da banca, o aperto dos critérios na concessão de crédito e a aproximação de dezenas de milhar de famílias do limiar da insolvência, viver à conta dos bancos, numa imitação privada da política de "faz de conta" socratina, começa a ser cada vez mais improvável. A hora da verdade está a chegar...

E está a chegar exactamente poucas semanas depois de Sócrates ter anunciado o fim das dificuldades e ter oferecido aos portugueses uma ineficaz e perigosa descida do IVA...




Cerca de 26% dos portugueses fica sem dinheiro após pagar despesas mensais

Um em cada cinco portugueses fica sem dinheiro disponível após pagar as despesas mensais. É a percentagem mais elevada entre 51 países analisados pela consultora Nielsen. Os habitantes de Singapura são os que mais poupam: cerca de 69% do rendimento disponível.

No primeiro trimestre de 2008, cerca de 26% dos portugueses ficaram sem dinheiro após pagar todas as despesas mensais, revela um relatório da Nielsen sobre confiança dos consumidores, preocupações, gastos e atitudes perante a recessão económica realizado no primeiro semestre do ano.

Portugal é assim o país com maior número de pessoas sem dinheiro após pagar todas as despesas mensais. Em segundo lugar surge os Estados Unidos (24%), logo seguido do Reino Unido (22%).

Jornal de Negócios


Eficiência socratina (2)

Coisas do "Engenheiro"


O CARRO ELÉCTRICO

José Sócrates encontrou a solução política para a crise petrolífera. Promete-nos o carro eléctrico. Sócrates já nos tinha dado a energia eólica (subsidiada), a energia solar (subsidiada), a energia das ondas (subsidiada) e os biocombustíveis (subsidiados). Como é evidente, o carro eléctrico de Sócrates será subsidiado. Os portugueses vão pagar a crise petrolífera através de petróleo mais caro e impostos mais elevados. Sócrates sonha com o carro eléctrico, como sonhou com as eólicas. O sonho será pago pelo contribuinte. O carro eléctrico utilitário é, por enquanto, uma utopia. Não é um problema político. É essencialmente um problema técnico e económico. Os carros a bateria e as células combustíveis são tecnologias experimentais reservadas a modelos de luxo. Têm custos de desenvolvimento e de produção elevados. Mais importante, o carro eléctrico não acaba com a dependência dos combustíveis fósseis. A energia acumulada em baterias tem de ser obtida através dos processos tradicionais de produção de electricidade, como as centrais de ciclo combinado. O hidrogénio usado nas células combustíveis é produzido a partir de gás natural. Em última análise, os carros eléctricos requerem maior produção de energia a partir de fontes primárias e, actualmente, os combustíveis fósseis encontram-se entre as fontes primárias de energia mais competitivas. O episódio do carro eléctrico ilustra bem a forma como os políticos vêem a economia e a inovação. José Sócrates não sabe, ninguém sabe, qual é a tecnologia mais adequada para substituir o petróleo. Pode ser o carro eléctrico, o etanol celulósico ou o biopetróleo. Este é um problema típico de empreendedorismo. Mas Sócrates apresenta-se como oráculo do futuro. Pretende substituir-se aos empreendedores ditando à partida qual será o resultado da competição entre tecnologias. José Sócrates já decidiu. É o carro eléctrico. Os empreendedores não percam tempo a experimentar. Sócrates acredita que a sua visão pode substituir o mercado e os empreendedores na descoberta de inovações. Não pode. João Miranda DN 21/06/2008

Eficiência socratina (1)

«Espanha, Espanha, Espanha»

A cabotinagem socratina, a que se junta o resto da cabotinagem do Bloco Central, não percebeu quais são os reais intentos espanhóis com o projecto do TGV: reforço do centralismo de Madrid com a rede em estrela; e liquidação de Portugal com um projecto financeiramente ruinoso para o nosso País. Além do mais, quer pelo traçado, quer pelas características da linha de Madrid a Badajoz, teremos um comboio de média velocidade ao preço de um verdadeiro TGV que não nos servirá para nenhuma das vantagens que dele poderíamos retirar... Estes néscios acham que a Espanha iria gastar dinheiro para fazer de Portugal uma porta privilegiada de entrada de mercadorias e de passageiros para a Europa?

Portugal demorou mais de um século a pagar um empréstimo contraído para a construção de uma via do caminho-de-ferro em Moçambique, que, ainda não estava vencido no tempo dos governos de Cavaco Silva. (Ignoro se já está paga a totalidade da dívida neste momento).

Se o País não acabar entretanto, teremos uma situação pior... com a agravante de a linha acabar por encerrar por défice incomportável de exploração...



Mário Lino pede explicações a Espanha
O ministro Mário Lino escreveu uma carta à sua homóloga espanhola pedindo informação sobre o noticiado recuo da Espanha no TGV Badajoz-Madrid


Depois de ter justificado a urgência do TGV português com o adiantamento do projecto em Espanha, o Governo de Lisboa ficou com ‘o menino nos braços’: sem garantias de prosseguimento da alta velocidade do lado de lá da fronteira.

Em causa, apurou o SOL, está o facto, de nas últimas semanas, ter sido noticiado na imprensa espanhola – e depois portuguesa – que o governo espanhol não vai cumprir com o prazo acordado para chegada da linha à fronteira nem com a velocidade de projecto, comprometendo os tempos de percurso que estavam definidos.

Na carta enviada esta semana a Magdalena Álvarez, o ministro das Obras Públicas português lembra que o acordo entre os dois Estados prevê um tempo de percurso de 2h45m nas ligações directas entre as duas capitais, cuja linha será ser mista (incluindo transporte de mercadorias).

SOL
21/06/2008




sexta-feira, 20 de junho de 2008

Tão liberal que ele era...


Ainda há poucas semanas Sócrates e o resto da corja neo-liberal internacional acreditava nas excelsas virtudes do mercado e da neutralidade do Estado. De repente começaram a abrir aquelas mentes atrofiadas pela propaganda das sebentas bafientas do século XVIII em que acreditam em nome de quem mais lhes paga...


Sócrates quer criar taxa... «Robin dos Bosques»

Imposto incidiria sobre as petrolíferas e seria usado para acções sociais

O primeiro-ministro, José Sócrates, revelou em Bruxelas que Portugal está a estudar a possibilidade de aplicar a chamada taxa «Robin dos Bosques», que permitirá subir os impostos às petrolíferas e aplicar a verba obtida em apoio social, informa a agência Lusa.

«Isso compete a cada um dos Estados-membros e nós, em Portugal, estamos a estudar» a possibilidade de aplicar a taxa em causa, disse Sócrates, numa conferência de imprensa no final do Conselho Europeu. «Essas matérias são difíceis, é difícil identificar qual a parcela dos lucros das empresas que derivam e resultam do aumento inesperado, brusco dos preços do petróleo», sublinhou ainda.

O Governo italiano já aprovou a aplicação do imposto especial sobre as petrolíferas para financiar programas de assistência social a famílias afectadas pelo aumento dos preços dos combustíveis e dos bens alimentares.

Portugal Diário


Megafraude no Exame Nacional de Matemática


Quem viu o Exame Nacional de Matemática do 9.º Ano, de hoje, dificilmente se pode conter...

Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues são simplesmente uns crápulas, uns falsários.

Os seus peritos do GAVE fizeram uma prova que parecia feita para atrasados mentais, talvez à medida de si próprios e da sua falta de vergonha.

Com o futuro do País não se brinca. Forjar resultados com provas propositadamente facílimas é abjecto e criminoso. É apenas fazer da acção governativa uma actividade de mentira. Toda a política socratina é política de mentira. Tristemente, essa mentira chegou onde não deveria nunca chegar.

Esta escumalha não tem vergonha.

O Ministério da Educação transformou-se na mais nauseabunda estrumeira a céu aberto do País.

O fedor é cada vez mais insuportável!...


Sócrates e os "gays"


Sócrates negou a sua alegada homossexualidade. E presumindo que fala verdade damos o assunto de barato.

Mas a paneleirada portuguesa, por alguma razão que ela saberá, alimentou grandes esperanças com a subida de Sócrates ao poder, especialmente quanto à questão dos casamento homossexual.

Para já Sócrates frustrou as suas expectativas e eles, com o seu jeitinho efeminado, fizeram beicinho.

Se Sócrates ainda não lhe deu o casamento apaneleirado, deu-lhe este rebuçadinho, que cai bem, principalmente agora que perigosamente desce nas sondagens. A acreditar que 12% dos portugueses pertencem à estirpe, há que aproveitar os potenciais eleitores.


Prisões: Anteprojecto do código da execução de penas

Prisões abrem a sexo gay

Os reclusos homossexuais vão passar a beneficiar de visitas íntimas nas prisões para relacionamento sexual com os respectivos companheiros. Esta é uma das novidades do anteprojecto do Código da Execução das Penas e Medidas Privativas da Liberdade, que, por recomendação do provedor de Justiça, Nascimento Rodrigues, prevê alargar as visitas íntimas ao maior número possível de reclusos, independentemente da sua orientação sexual.

Correio da Manhã
20/06/2008


quinta-feira, 19 de junho de 2008

Andar aos papéis

Ter Sócrates como Primeiro-Ministro e Ricardo na baliza da Selecção Nacional é como andar aos papéis.

Num caso como noutro, só não percebeu desde o início o que valem quem não quis ou quem sofre de miopia acentuada.

Cada um no seu lugar foram
excelentes escolhas...

São
óptimos a andar aos papéis...

Felizmente Scolari já se foi. Falta o seu irmão gémeo da política portuguesa.

Num caso como noutro, podemos ter de esperar mais uma temporada, porque a populaça vê mal e tem memória curta...

Vitória estatística



Na educação como no futebol estamos em grande: ganhamos nas estatísticas.

Mas o que conta verdadeiramente são os golos, os conhecimentos reais dos alunos.

Se no futebol as coisas se passassem como na educação, éramos os campeões europeus.

Pena é que Maria de Lurdes Rodrigues e José Sócrates não tenham umas Novas Oportunidades para o EURO 2008 nem consigam uns exames - uns jogos - fáceis ou facílimos, arranjados por uns peritos nas vitórias de faz de conta...

Não precisamos de ganhar nas estatísticas, precisamos de ganhar a sério, nas competições que contam e onde não dá para fingir...


Imagem extorquida aqui.

Poder político-policial socratino


Se isto é verdade, confirma-se que o exercício socratino do poder político-policial está cada vez mais refinado:

A PSP não é controlada democraticamente - O GOE ao serviço dos Partidos e da Maçonaria

A PSP - Polícia de Segurança Pública - tem serviços secretos, de escuta ilegal, de espionagem, no GOE, o chamado Grupo de Operações Especiais .Tudo ilegal.

A PSP não tem qualquer controlo democrático. Ninguém , exterior à PSP, controla o uso desses equipamentos, nem o resultado da sua utilização.

A PSP possui, HÁ MUITOS ANOS, serviços de escutas telefónicas, ilegais, no GOE.

O GOE funciona como unidade operacional de actividades secretas, também no interesse de pessoas, partidos e grupos no interior da PSP, que não são controlados pelo Estado.

O Ministério Púiblico, os Juízes, outras pessoas, são controladas pela PSP através dos equipamentos do Grupo de Operações Especiais, autêntica unidade de reserva do Poder, das Hierarquias da PSP, do Partido Socialista e da Maçonaria, para, actuando à margem da lei, beneficiar pessoas, partidos e grupos.

O GOE possui na sua sede potentes e poderosos equipamentos de escutas ilegais, de vigilância, sobre Juizes, advogados, magistrados do Ministério Público, entre outros.

O GOE da PSP tem equipas de vigilância sobre as movimentações do arguido Carlos Silvino da Silva, o "Bibi", usando carrinhas, com equipamentos de escutas, de vídeo , operados por agentes que depois reportam os passos daquele, com quem falou, com quem esteve, onde.

Nomeadamente, os serviços do GOE vigiam também os juízes do Processo Casa Pia, depois de terem imposto a "segurança pessoal", sendo os agentes obrigados a fornecer às hierarquias relatórios diários dos contactos dos magistrados, para os interesses que estão por detrás desta actividade irem tentando perceber qual o sentido da sua decisão, ou seja, se condenam ou absolvem os arguidos e que arguidos.

O GOE pode saber, exactamente, tudo o que os magistrados do Processo Casa Pia dizem, já que os equipamentos de escuta que transportam na carrinha o permitem .

Objectivo: Controlar os contactos dos magistrados para saber em que sentido vai a sua decisão,com quem se relacionam, com que pessoas falam, onde vão.

Quanto ao Carlos Silvino da Silva , o "Bibi", o objectivo é saber os passos que dá, que pessoas contacta, mesmo quando se dirige ao escritório do seu advogado.

Mais até, um individuo que hoje tem um altíssimo cargo na PSP criou uma equipa especial de agentes para fazer serviço privado para ele.

O "trabalho" desse grupo de funcionários era fazer seguimentos a altos oficiais da Policia de Segurança Pública, de forma a esse individuo saber quem contactavam, o que faziam, para controlar os passos da tutela em relação a nomeações para altos cargos na PSP.!

Esta matéria deve ser investigada pela Procuradoria Geral da República, porque a PSP, através do GOE, converteu-se num Estado dentro do Estado.

Por outro lado, a PGR deve investigar para onde vão os relatórios sobre as movimentações, deslocações, dos magistrados que têm "segurança" a cargo da PSP. Como são tratados esses dados, a quem são reportados.

A "segurança" nada mais é que controlo à boa maneira da PIDE e da GESTAPO. Sob a capa de necessidade de segurança, interesses particulares controlam os passos dos magistrados.

Quando deveria ser segurança pessoal e nada mais.

Nós pagamos estas actividades "encobertas", ilegais, mas a PSP não pode estar ao serviço, por exemplo, do seu Director Nacional, da Maçonaria, do PS ou do PSD, do Opus Dei, dos interesses particulares dos dirigentes da PSP.

Tudo isto tem de ser investigado, porque é verdade e é muito grave.

E é uma vergonha. O desaforo da PSP vai muito longe, longe demais. Num regime democrático esta actividade da PSP é antidemocrática, ilegal, e mesmo criminosa.

A AR, o Governo, as outras polícias sabem que a PSP tem no GOE esse serviço. Que tem lá os equipamentos. E que os não pode usar mas usa. É o Reino do faz de conta.

Os magistrados nada podem contra a Polícia. A Polícia faz o que quer. A democracia está nas mãos da polícia que usa como quer o poder, sabendo que ninguém os controla.

A informação - verdadeira - que um dirigente da PSP criou uma equipa de "detectives privados", ao seu serviço, para saber quem os seus colegas do topo da hierarquia contactavam, é de gritos!

Na prática o individuo mandava homens da PSP seguir altos dirigentes da PSP, para saber as suas movimentações, com quem falavam, quem contactavam, para ele saber se algum estava melhor colocado para ser Director Nacional!!!

A PGR deve investigar tudo isto e devem ser chamados detectives da União Europeia para integrar a equipa de investigação, ou isto tudo não é investigado. Porque aqui em Portugal há um regime de marajás.

Mas isto tem de ser denunciado, investigado, punido.

A bem da democracia.

NOTA: Foram feitas pequenas correcções no texto cerca das 09H35 de 19/6/2008 e cerca das 16H59.

José Maria Martins


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PS (Ou melhor, PSD): Pelo menos nesta matéria o Bloco Central já funciona, ou nunca deixou de funcionar...

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Uma lição

Enquanto o socratino dos socratino e arauto de todas as socratinices continua a gerar cavalidades sobre a questão do referendo irlandês no blogue Cosa Nostra, Jorge Miranda deu esta lição a Sócrates, Cavaco & Cia.

Imagem furtada aqui.

O "sucesso" socratino tal qual se faz

SINDICATOS CONTRA 'FACILITISMO' DAS PROVAS NACIONAIS

A Federação Nacional do Ensino e Investigação (FENEI) criticou ontem o 'facilitismo' dos exames nacionais que considera ser uma avaliação ‘faz-de-conta’. A organização sindical sublinha, em comunicado, que 'os próprios especialistas na matéria afirmam que os exames têm vindo a revelar um nível de dificuldade menor face a anos transactos'. A introdução, este ano, de meia hora de tolerância para a realização dos exames é também criticada.

'O Ministério da Educação pretende, com esta política, desinformar a opinião pública, ao apresentar o sucesso (ilusório) dos resultados dos exames e provas de aferição. O País pagará esta factura num futuro muito próximo', pode ler-se no comunicado desta organização sindical.

Correio da Manhã
18/06/2008


terça-feira, 17 de junho de 2008

Infecta podridão


Quando se pensaria que o Ministério da Educação teria dificuldade em descer mais baixo, só faltava mesmo fazerem da manipulação dos resultados escolares instrumento de propaganda político-partidária.

Sócrates e a sua sinistra ministra da educação fedem. Não têm o mínimo escrúpulo. Vale tudo para fazer crer aos Portugueses que o sistema educativo está a fazer progressos desde que chegou a primeiro-ministro o engenheiro técnico Sócrates com uma licenciatura achada num pacote de Farinha Amparo (nas doutas palavras de Marcelo Rebelo de Sousa) .


Diz-nos então a LUSA:

Exames Nacionais
Alunos consideram "fácil" prova de Português do 12º ano
A generalidade dos alunos do 12º ano ouvidos hoje pela agência Lusa acharam o exame nacional de Português do 12º "fácil" e dizem que o completaram sem problemas.



E o DN informa:

A ministra da Educação manifestou ontem a sua convicção de que a época vai ser "tranquila" e garantiu que "tudo está preparado, como sempre.
Às críticas de que as provas estão cada vez mais fáceis, Maria de Lurdes Rodrigues respondeu sublinhando que os enunciados são elaborados por peritos. "Eu própria não sou capaz de me pronunciar com ligeireza sobre o grau de complexidade de um exame, porque isso requer competências próprias. Portanto, devemos ser prudentes nessa avaliação", defendeu.
O gabinete de peritos dedica "um ano inteiro à realização dos exames", lembrou Maria de Lurdes Rodrigues."


Não há dúvida de que a sinistra ministra arranjou uns bons peritos em manipulação dos resultados dos exames.

Afinal é a habitual trafulhice socratina a funcionar...

Amanhã há mais, com o exame do 9.º Ano de Português feito propositamente para supostos atrasados mentais com o fim de forjar mais sucesso educativo.

Infecta podridão!...


domingo, 15 de junho de 2008

Dois porreiraços crápulas


O conteúdo do artigo de Vasco Pulido Valente não difere no essencial do que se tem escrito por aqui e na blogosfera em geral sobre o respeito que pela vontade popular nutrem os plutoburocratas europeístas.

Copiamo-lo apenas pela eloquência da fotografia que o ilustra, de um crápula - Barroso - a cuja cobardia devemos ser governados por outro crápula - Sócrates: dois crápulas filhos da mesma mãe - a ambição da carreira política pessoal.

Carago, pá! Isto foi mau demais para a carreira deles, pá!

Imagem, surripiada aqui

Lição do dia


Uma lição do dia de hoje, que serve tanto para a política como para tudo o mais:

A humildade é a única base sólida de todas as virtudes
Confúcio

Quando um "animal feroz" antevê os dias do fim...

Está toda a gente a fazer de conta, a começar pelo governo, que não existe hoje um grave problema de ordem pública em Portugal. Tudo na paralisação das empresas de camionagem é ilegal e ninguém quer saber. Impedir a circulação e bloquear estradas é ilegal, organizar piquetes que impedem com violência os camiões de passar é ilegal, e tudo isto é feito diante dos olhos dos agentes da GNR que passivamente assistem não se sabe bem para quê. Presumo que terão instruções para não prenderem ninguém, para não irem ver de onde vieram as pedradas, para garantir a passagem de quem quer passar e são bastantes os que o desejam fazer. Eu sei que no governo estão os que foram para a Ponte 25 de Abril incitar ao bloqueio e participar nele, mas deixar que o império da força se instale nas ruas e estradas paga-se muito caro. Os sinais que estão a ser dados são todos de fraqueza do estado e da lei.
Abrupto

O Poder (socratino) e a Lei



“O poder não cria leis contra si próprio”

Cândida Almeida, directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal, defende a criminalização do enriquecimento ilícito e critica as alterações ao Código de Processo Penal. Como a corrupção existe onde há poder, este não cria leis contra si próprio. Código não defende a investigação nem os direitos da vítima.

Ler o resto aqui.

Democratas


Da altiva cadeira da Presidência da República, proclama o patrono e protector de José Sócrates que o tratado europeu é demasiado importante para ser referendado pelos povos europeus.

Da pequenez deste térreo chão em que verticalmente caminham os singelos cidadãos portugueses, lhe dizemos que o futuro dos europeus - dos que se sentem e dos que não se sentem europeus -, é demasiado importante para ser decidido por umas centenas de iluminados que se julgam detentores de um soberano poder transcendente ao qual se tem de vergar e humilhar a vontade da maioria.



sábado, 14 de junho de 2008

O sistema funciona



A concretizar-se esta notícia, confirma-se que o sistema socratino funciona perfeitamente... Não se trata de um erro do legislador, e portanto de uma falha do poder comandado pelo mestre de todas as engenharias. Trata-se de absoluta eficiência de um sistema político-partidário cujos fins não têm necessariamente de ser os da Verdade e da Justiça...

Tribunal ameaça ‘Operação Furacão’

É a primeira decisão polémica decorrente do novo Código de Processo Penal. O Tribunal da Relação de Guimarães limitou a seis meses o prazo de segredo de justiça de um processo de criminalidade económica. Esta primeira jurisprudência, caso venha a ser seguida por outros tribunais superiores, irá deitar por terra toda a investigação de crimes económicos e de corrupção.

Correio da Manhã
14/6/2008


sexta-feira, 13 de junho de 2008

Cavaco entre os presidentes regionais espanhóis?

Muito antes de Sócrates, a prioridade de Cavaco, por pérfida influência de Martins da Cruz, já era «Espanha, Espanha, Espanha».

Compare-se e veja-se a diferença entre estas notícias, da Lusa e da EFE (A agência noticiosa espanhola).

Cavaco Silva, o tal que não sabia quanto cantos tem Os Lusíadas, também parece não saber que está a colocar-se ao nível de um mero presidente de um governo regional de Espanha, mas ignorado pela imprensa espanhola. Fica abaixo de Alcalde de uma qualquer vilória que nem merece referência na EFE.

Temos aqui uma repetição, ao contrário, do que ocorreu na inauguração da Expo 98, a tal onde se misturou Fado com Flamenco e em que o governo espanhol publicitou como "Expo 98 Lisboa - España"...





Saragoça

Expo 2008: Cavaco Silva na abertura ao lado dos Reis de Espanha

13.06.2008 - 11h55 Lusa

O Presidente da República, Cavaco Silva, assiste hoje, a convite do Rei de Espanha, à cerimónia de inauguração da Expo2008, que vai decorrer até 14 de Setembro na cidade espanhola de Saragoça, sob o tema "Água e Desenvolvimento Sustentável".

O chefe de Estado e a mulher, Maria Cavaco Silva, chegarão à exposição cerca das 21h00, sendo recebido pelos monarcas Juan Carlos e Sofia.

O presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, o primeiro-ministro espanhol, José Luis Rodrígues Zapatero, o presidente mexicano, Felipe Calderón, e os primeiros-ministros de Marrocos e Andorra são outros dos 5000 convidados que no Palácio de Congressos do recinto assistirão à cerimónia protocolar.

Cavaco Silva foi o único Chefe de Estado convidado pelo Rei Juan Carlos para a exposição e a participação de Calderón deve-se ao facto de a abertura coincidir com a sua visita a Espanha.




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Los Reyes inauguran esta noche una Expo pendiente de los últimos retoques
A la ceremonia de apertura acudirá también el presidente del Gobierno.- Los pabellones abrirán al público mañana sábado

EFE - Madrid - 13/06/2008

Ya está casi todo preparado para que esta noche comienza la Exposición Universal de Zaragoza, dedicada al agua y al desarrollo sostenible, que inaugurarán los Reyes, don Juan Carlos y doña Sofía. En este evento participan 105 países, organizaciones internacionales, comunidades autónomas y entidades y organizaciones no gubernamentales. El casi que le falta a la Expo lo finalizaban esta mañana operarios que daban los últimos retoques a varios pabellones.


Dos operarios ultiman los detalles en el Pabellón de Marruecos en la Exposición Internacional de Zaragoza horas antes de la inauguración.- EFE

Don Juan Carlos y Doña Sofía estarán acompañados por los Príncipes de Asturias, los Duques de Palma y la Infanta Elena, así como por el presidente del Gobierno, José Luis Rodríguez Zapatero, buena parte de los ministros, el jefe del Ejecutivo aragonés, Marcelino Iglesias, y el alcalde de la ciudad, Juan Alberto Belloch.

La vicepresidenta del Gobierno, María Teresa Fernández de la Vega, ha agradecido hoy el "buen trabajo" realizado en la Expo, un "gran acontecimiento" que ya está contribuyendo al desarrollo de la ciudad, de la comunidad de Aragón y "de toda España".

A la ceremonia inaugural asistirán también presidentes de comunidades autónomas y los máximos responsables de la Oficina Internacional de Exposiciones (BIE), organismo con sede en París que concedió a la ciudad la organización de la Expo el 16 de diciembre de 2004, así como el presidente de Expoagua, Roque Gistau, y el comisario de la muestra, Emilio Fernández Castaño.


Singela homenagem

Aqui fica a minha singela homenagem ao KAOS, por ter continuado a dar à blogosfera as imagens mais geniais que ela tem.

Interrompemos o silêncio

Interrompemos o silêncio para festejar graças a duas boas notícias:

1.º - Parece que Scolari deixará de ser Seleccionador Nacional, tendo finalmente a grande oportunidade de mostrar o que vale como treinador... Só é pena que a União Europeia não contrate José Sócrates para uma qualquer função internacional ao lado de Barroso. Qualquer um destes dois é capaz de vender a Mãe (para não falar da própria Pátria que eles parecem não ter) para benefício da sua carreira...

2.º - Os porreiraços dos Irlandeses mostraram que não gostam de ser enganados pela corja europeísta para quem a vontade popular só conta quando coincide com a deles próprios. É certamente um grande dia para os grandes democratas Sócrates, Cavaco e Barroso.

Quanto aos últimos acontecimentos, limitamo-nos a dizer que Sócrates, o homem que não cede e que tem um rumo, mantém-se coerentemente a agachar-se perante quem tem poder, mesmo um mero poder fáctico como fazer parar a circulação de mercadorias.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Dia da Rafeirice

Como os Portugueses parecem ser um Povo sem "raça", sem energia criadora, sem força regeneradora, perdendo a sua identidade, desprezando a sua cultura, atentando contra a sua própria língua, talvez José de Sousa pudesse proclamar o 10 de Junho como o Dia da Rafeirice.

Em vez de serem livres e independente, em vez de decidirem o seu próprio destino, os portugueses - ou alguns por eles - parece ter decidido ser os Rafeiros da Europa.

No tempo em que tínhamos um Império, os que o cobiçavam, como os alemães e os ingleses, chamavam-nos os "Cafres da Europa".

Agora que esses mesmos europeus, que não abdicam da sua "raça", nos transformaram em seus serviçais em troca de subsídios, fazendo de nós os rafeiros da Europa, em vez do Dia da Raça comemore-se o Dia da Rafeirice.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

O tacho está quase rapado...

Portugueses tiram dois milhões por dia dos PPR

Os portugueses continuaram em Maio a retirar dinheiro das poupanças em fundos de investimento. No mês passado, o saldo entre as subscrições e os resgates voltou a ser negativo, com a saída de 640,8 milhões de euros, elevando para mais de oito mil milhões o montante líquido retirado dos fundos.

Jornal de Negócios
9/6/2008


Transcrição do dia

Esta notícia, que fala da integração de «500 alunos autistas ou com multideficências no próximo ano lectivo, em unidades especializadas das escolas», é muito intrigante. Se eles já são autistas e multideficientes não deviam ser dispensados de ir à escola? Não será isso desnecessário e redundante? Isto é, se a função actual da escola, em triplo tandem com a televisão e as bestas dos pais, é transformar indivíduos normais em autistas e multideficientes, que raio lá vai fazer quem já está naturalmente instruído e deformado? Não deveriam antes encaminhá-los directamente para estágios na política, nos jornais, nos conselhos de administração ou nas repartições públicas?

Dragoscópio


Passámos as 50.000



Para Sócrates os números não interessam e pelos vistos as pessoas também não.

Para já, passámos as 50.000 assinaturas.

Continuemos!

domingo, 8 de junho de 2008

E a socratinice do dia vai para....

E a socratinice do dia vai para....o autor deste post:

Táxis

Na sua crónica no Expresso de hoje Daniel Bessa declara que os taxistas são os mais prejudicados com a subida dos preços dos combustíveis, visto que não podem repercuti-la nos preços, sugerindo portanto uma actualização das tarifas.
A questão é de saber por que é que se não liberalizam os preços, juntamente com a própria actividade dos táxis. Qual é a razão para a contingentação administrativa dos táxis e a fixação administrativa dos preços?

Vital Moreira


A um Professor de Direito, para mais da Lusa Atenas, não é preciso explicar porquê.

Quanto ao mais, Sócrates ainda arranja aqui a ideia para criar os prometidos 150.000 empregos.

Brilhante!... Genial!...

444: A Imagem do Regime


Sócrates iria adorar saber. Este é o post 444. Lind
o! Nem de propósito conseguiria um número tão lindo e tão ao gosto do mago da numerologia política.

Amanhã inicia-se o julgamento de alguém que denunciou a pedofilia em Portugal e os seus presumíveis autores, por via de uma acção intentada por um dos Paulos Poderosos deste País, e logo nas vésperas do 10 de Junho, chamado o Dia da Raça no tempo em que a pederastia era motivo suficiente para uma limpeza no aparelho do Estado.

A lista de testemunhas da acusação é simplesmente a imagem do Regime:

  • o primeiro-ministro José Sócrates
  • o presidente da Assembleia da República Jaime Gama
  • o ministro José António Vieira da Silva
  • o presidente da Câmara Municipal de Lisboa e ex-ministro António Costa
  • o ex-presidente da República Mário Soares
  • o ex-presidente da República Jorge Sampaio
  • o candidato a Presidente da República Manuel Alegre
  • o ex-primeiro-ministro António Guterres
  • o ex-presidente da Assembleia da República António de Almeida Santos
  • o deputado e ex-ministro José Vera Jardim
  • o ex-ministro e ex-secretário-geral do PS Eduardo Ferro Rodrigues
  • o ex-secretário de Estado José Manuel Simões de Almeida
  • o ex-bastonário da Ordem dos Advogados José Miguel Júdice


sábado, 7 de junho de 2008

O País do José de Sousa


Exceptuando umas franjas resistentes à mediocridade total, que pensam, verbalizam raciocínios lógicos, conseguem produzir alguma linguagem minimamente articulada e são capazes de expressar algum espírito crítico, todo o País é do José de Sousa.

A boçalidade deste povo ignaro é a perfeita imagem da corja que o governa.

Na aparência, a governação socratina até é anti-popular. Mas na essência o Portugal
socratino é inteiramente popular: pindérico no aspecto, cabotino na estrutura mental...

Se tivéssemos invadido a Turquia e libertado o Curdistão eu iria para as ruas festejar. Mas por um simples jogo de futebol?... Por um simples jogo de futebol?...

Com estes bárbaros na rua, é preferível refugiar-me na biblioteca, talvez lendo Afonso de Albuquerque, ele que tinha a verdadeira coragem para enfrentar os Turcos. Mas isso foi há quinhentos anos.

Agora, o poder já não está nas mãos de homens íntegros e corajosos, mas nas asquerosas gadunhas de uns rotos, signifique o que isso significar...


Tudo correcto

Ministro defende castração química de pedófilos


Quando li o título no Expresso online fiquei espantado.


Apressei-me a ler a notícia.

Afinal trata-se do ministro espanhol da Justiça, Mariano Fernández Bermejo.

Não era o ministro português, cuja incumbência, quando foi escolhido para o cargo, era exactamente outra... e a alteração de certa norma penal fez-lhe justiça.


Assim sendo, tudo está bem... O sistema político-pederasta em Portugal está a salvo.

Peixe graúdo ou mais miúdo, da costa ou de águas profundas, pode continuar em segurança.


A difícil tarefa de compilar

O irmão de Paulo Pedroso obteve da sinistra ministra da educação um dos mais bem pagos tachos deste (des)Governo: compilar a legislação sobre matéria educativa para se conseguir a partir daí elaborar um mínimo de doutrina sobre este ramo do direito em imparável crescimento.

O irmão de Paulo Pedroso compila, compila e compila. Mas não pára de compilar.
Por mais que se aplique na arte e na técnica da compilação a sinistra ministra, insaciável no seu desejo legiferante, suscita cada vez mais trabalho ao compilador, que compila, compila e não pára de compilar.


Dá pelo nome de Decreto Normativo 29/2008 de 5 de Junho e vem alterar o Despacho Normativo 36/2007 de 8 de Outubro, o qual regulamentava o percurso dos alunos que frequentam cursos do Ensino Secundário ao abrigo do Decreto-Lei 74/2004 de 26 de Março, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei 24/2006 de 6 de Fevereiro e pelo Decreto-Lei 272/2007 de 26 de Julho.

Confuso?

Apenas o habitual.

Entre Fevereiro de 2006 e Junho de 2008 apenas se fizeram quatro alterações ao decreto original e respectiva regulamentação de 2004.

É a chamada Reforma Educativa Sempre Em Movimento.

Educação do meu Umbigo


O socratinismo tal como se exerce




Afastada directora da ASAE crítica dos métodos de Nunes

A directora da ASAE que disse que os inspectores da Autoridade deviam ser «suficientemente sábios» para compatibilizar a segurança alimentar com os métodos tradicionais não foi reconduzida no cargo. Fátima Araújo incompatibilizou-se com o presidente António Nunes.

Por Felícia Cabrita

SOL
6/6/2008

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Uma questão de contas



O mago da numerologia politiqueira decobriu 100.000 portugueses que saíram da pobreza, tantos que os deputados da oposição terão dificuldade em contar.

Daqui a mais uns meses vamos ver se todos os empregados e avençados do engenheiro Sócrates conseguem contar os milhões de portugueses que vão cair na miséria se não conseguirem emigrar...

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Um marco imorredouro



Sócrates diz que deixa um marco na Educação


Portugal Diário
4/6/2008



Nesse marco, pode escrever em letras capitulares:

José Sócrates foi o Primeiro-Ministro que destruiu a escola pública, fez dos professores meros técnicos de ocupação dos tempos livres, transformou os exames nacionais numa fraude ao serviço da mentira da avaliação, denegriu a imagem dos professores apresentando-os como uns párias da sociedade, institucionalizou o absentismo e a indisciplina dos alunos, erigiu o cábula como modelo de aluno que chega a altos cargos através de expedientes, transformou o secundário numa excrescência do ensino básico e o ensino universitário num prolongamento desqualificado do secundário, transformou o Ministério da Educação num departamento de manipulação de dados estatísticos e finalmente substituiu o trabalho e o mérito pela indolência, pelo favor e pelo tráfico de influências na obtenção de certificados e diplomas dos mais diversos níveis de ensino.
José Sócrates construiu um País à imagem da sua ignorância e da sua falta de carácter.

Este marco, com a sua simbólica forma fálica, honra a sua obra de mérito nacional e internacional.

Nunca um só homem, acompanhado de uma ministra anarquista, produziu tantos ignorantes e tantas nulidades em apenas quatro anos!

Com eles, terminou o obscurantismo educacional de séculos e séculos dominados pelo nefasto Renascimento e pelo abjecto Iluminismo.

Finalmente, o objectivo da escola passou a ser a barbarização e a analfabetização da sociedade: as duas grande luzes da educação socratina.

Com José Socrates, os Hunos voltaram e Roma pôde finalmente ser sujeita ao saque final que pôs termo à fétida civilização greco-latina, cujo extermínio se obteve finalmente com o Aborto Ortográfico socratino.

Depois de José Sócrates, mil anos de barbárie governarão o ocidente da Ibéria!



Ingratos



Os técnicos de estatísticas e analistas da OCDE são mesmo ingratos.

O Engenheiro é tão elegante e desportista. Agora até deixou de fumar.

Ainda por cima é uma mago da numerologia criativa para consumo eleitoral.

E aqules malandros vêm com estas notícias, logo hoje que se começaram a sentir os ecos de Manuel Alegre, um degenerado que não seguiu a estirpe do socialismo de meia tigela ou sem tigela nenhuma...

A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económicos (OCDE) elevou hoje a sua estimativa para a taxa de desemprego em Portugal para 7,9%, ao mesmo tempo que reviu em baixa a previsão de crescimento da economia portuguesa.



Felicidade


A sinistra ministra anarquista estava hoje feliz.

Não se sabe se era dos curiosos balõezinhos que levava na mão, se era porque os exames do 9.º ano feitos para atrasados mentais vão conseguir mascarar o verdadeiro insucesso escolar que o Ministério está a tentar esconder...

Sobre o ar feliz do engenheiro técnico, deixamos à imaginação dos estimados leitores.



Sócrates é amigo...


... de Espanha...



Portugal recusou liderar missão da UE em Bissau

MANUEL CARLOS FREIRE

Segurança. A missão europeia de reforma do sector da segurança na Guiné-Bissau, que envolve os sectores militar, policial e da Justiça, começa formalmente este mês. Nove dos 15 membros da missão chefiada por um general espanhol são portugueses, cinco militares e quatro civis

Coronel da GNR será o nº dois da operação europeia

A missão da UE na Guiné-Bissau, que se inicia formalmente em meados deste mês, é chefiada por um general espanhol porque Portugal abdicou do cargo, disseram ao DN diferentes fontes envolvidas no processo.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Será preciso fazer um desenho?

Como não temos jeito para fazer um desenho, deixamos apenas a frase de Isabel Pires de Lima, na esperança remota de que as cabecinha atrofiadas de Sócrates e de Cavaco consigam compreeender esta singela ideia:


Não será o Acordo que fará o português ganhar um único leitor, um só falante ou o direito a ser língua veicular num único forum internacional.

Honra se faça a Isabel Pires de Lima


Isabel Pires de Lima foi constantemente atacada por ser uma Ministra da Cultura politicamente inexistente. Se alguns defeitos evidenciava, tinha ao menos o mérito de se opor ao Aborto Ortográfico.

O actual ministro, escolhido por equívoco onomástico, antroponimicamente aparentado como o chefe da banda Pinto de Sousa, corre o risco de evidenciar ainda uma obra menor do que a da antecessora.

Mas para a corja socratina tem a grande vantagem: está de acordo com o Aborto Ortográfico, mesmo que não saiba porquê.


EM FAVOR DA REVISÃO DO ACORDO ORTOGRÁFICO: TRÊS ORDENS DE RAZÕES 'CULTURAIS'

Isabel Pires de Lima
professora universitária
deputada do PS

Compreendo que o Governo português tem um compromisso político-diplomático, assumido em 2004 pelo Governo de então, que dificilmente lhe permitiria não ratificar o 2.º Protocolo Modificativo ao Acordo Ortográfico, independentemente de discordâncias que porventura tenha quanto ao seu conteúdo. Certamente por isso, e não apenas por questões de carácter pragmático ligadas à sua implementação no terreno, a presente ratificação faz-se acompanhar do pedido de uma moratória de seis anos para a sua aplicação. Teria sido preferível pedir mais tempo, que, a meu ver, o Governo deveria aproveitar para procurar encontrar consenso diplomático com vista à revisão do Acordo.

E por que precisa ele de ser "emendado"? Por várias ordens de razões, todas culturais, em última análise:

1 - Por razões técnico-linguísticas e culturais:

Como já foi abundantemente demonstrado pela comunidade linguística, pelo menos desde 1990, o Acordo manifesta inúmeras fragilidades. Relevo apenas dois aspectos:

a) O facto de acabar por nem sequer se revelar uma "versão fraca" de unificação ortográfica, como se pretendia, mas antes uma versão permissiva, erigindo o princípio da facultatividade excessiva, o qual vai contra o próprio conceito normativo de ortografia, originando nomeadamente a possibilidade do uso de duplas grafias dentro do mesmo país, isto é, abrindo a porta à heterografia.

b) O facto de recorrer a uma diversidade de critérios na simplificação de preceitos ortográficos, com forte desrespeito pela dimensão patrimonial da língua, nomeadamente a sua dimensão histórica etimológica; ora a língua, é bom lembrá-lo, é definida na Lei de Bases do Património Cultural como um bem cultural, que, portanto, importa preservar e salvaguardar.

2 - Por razões político-diplomáticas e culturais:

Quase vinte anos volvidos sobre o Acordo e num quadro bem distinto no seio da CPLP, no que à situação político-social de Angola e Moçambique diz respeito e também no que ao caso particular de Timor se refere, impor-se-ia uma revisão do Acordo que atentasse à urgente necessidade de uma descrição linguística das variantes africanas do português, muito particularmente no caso daqueles dois países africanos que envolvem cerca de 30 milhões de falantes, cuja norma ortográfica é, recorde-se, a do português europeu. Uma tal descrição permitiria que o Acordo não se limitasse a ser o que na prática é, um acordo entre o Brasil e Portugal, mas um efectivo "acordo" entre pares.

Isso poderia ser acompanhado da garantia, hoje não assegurada, de que todos os países da CPLP, envolvidos numa vontade renovada, poriam o Acordo em funcionamento em simultâneo.

Ora, não estando garantida tal simultaneidade, como ficou claramente patenteado nas declarações do ministro da Cultura de Moçambique aquando da recente visita do nosso Presidente da República àquele país, corre-se o risco perverso de se transformar um instrumento que se quer estratégico de agregação num possível factor de desagregação com a eventual criação de outros blocos de variantes linguísticas que coloquem, por hipótese, Portugal e o Brasil de um lado e os PALOP de outro.

Acresce a tudo isto que, entre 1990 e hoje, não foi cumprido um objectivo estipulado pelo Acordo, prévio à sua entrada em vigor: a organização e publicação de um Vocabulário Técnico- -Científico que impedisse ou ajudasse a travar a forte deriva lexical que se vem sentindo entre a norma europeia e a brasileira.

3 - Por razões económicas e culturais:

A expansão internacional de uma língua não se faz nem por facilitações ortográficas bebidas em critérios fonéticos em detrimento de critérios etimológicos nem por unificações ortográficas estabelecidas por decreto, como as línguas inglesa ou francesa abundantemente revelam, mas sim pelos conteúdos que for capaz de veicular (através da literatura, da música, enfim da cultura). É por aí que passa uma verdadeira política de internacionalização de uma língua e não pelo logro da facilitação fonética da ortografia. Logro tanto maior quanto o critério acima referido da facultatividade vai criar maior dúvida grafémica em quem pretende aprender o português. Não será o Acordo que fará o português ganhar um único leitor, um só falante ou o direito a ser língua veicular num único forum internacional.

Acresce a este facto que o mercado do livro no espaço lusófono, e muito especialmente nos PALOP, tornar-se-á mais difícil de conquistar para a indústria editorial portuguesa e, consequentemente, os conteúdos culturais portugueses que os nossos livros veiculam terão mais dificuldade de penetração, designadamente ao nível das indústrias culturais e criativas, nos PALOP. Em síntese, a internacionalização da cultura portuguesa em África será mais difícil.

Estou ciente de que o bom senso político-cultural acabará por imperar através de acções concertadas que apelem à revisão do Acordo: revisão por certo desejada pela maioria dos linguistas e por todos quantos têm responsabilidades na defesa do património cultural; revisão com certeza esperada por alguns dos PALOP.|

DN
03/06/2008


segunda-feira, 2 de junho de 2008

Guilhotina

Os prisioneiros políticos do caso Casa Pia, clamaram abrilisticamente ao País que alguém - por sinal umas crianças desamparadas da sorte - queriam decapitar o PS.

O que se viu foi que para assegurar a sua inocência quiseram decapitar a investigação, cortando todas as cabeças que não se vergavam ao abusivo poder abusador dos autores que se quiseram fazer passar por vítimas.

Simbolicamente, Souto Moura, uma das livres cabeças decapitadas pelos algozes do PS está hoje ao lado de Catalina Pestana, como sócio honorário da Rede de Cuidadores.

Enquanto isso, algumas cabeças coroadas parece que continuam noutras redes, mas livres da única rede em que deveriam ser metidos...

Esperemos que o ditado popular esteja certo: «Deus tarda, mas não falta»

Percalço


Convinha à corja socratina a vitória do rapazote ultraliberal nas eleições à direcção do PSD.

E tudo se fez nesse sentido, incluindo colocar o Diário do Governo, que outrora se chamava Diário de Notícias, a fazer campanha pelo petiz candidato ao lugar de candidadto a candidato a Primeiro-Ministro.

O pasquim da putativa* namoradinha do Primeiro-Ministro - homem de numerosas virtudes públicas a que felizmente só caluniosamente correspondem vícios privados, não contando o da cigarrada fumada às ocultas entretanto já extirpado - deu-se ao desplante de inventar uma sondagem que colocou o jotinha janota em primeiro lugar.

Vá lá que a ERC, outras vezes tão remetida ao silêncio roseiral, saiu do seu claustro para dar a justa reprimenda ao jornaleco de firmadas referências socratinas, que de nada valeriam se o propósito dos falsários tivesse surtido pelo efeito nas mesas de voto.

Se Santana Lopes saiu prejudicado, ainda valeu a pena. O mentiroso, nome hoje ouvido sonantemente em mais uma maniestação, pelo menos nos debates paralamentares volta a ter as goelas livres para as habituais patranhas, sem alguém que prontamente lhas faça engolir.



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* Para evitar algum processo crime, vinda da corja socratina, informa-se que "putativa" significa "suposta". O significado de "corja" já demos em anterior post, com base no douto dicionarista Morais Silva.

domingo, 1 de junho de 2008

Um alívio para o engenheiro

Durante varias semanas o engenheiro técnico da politiquice portuguesa vai usufruir de um salvífico bálsamo.

O País pode esta à beira do abismo, com Sócrates e Cavaco a darem o passo em frente que faltava.

As empresas podem estar a falir em massa.

As famílias podem estar a entrar em insolvência.

Mas a partir de agora as televisões, os jornais e as rádios passarão a toda a hora todas as quotidianas cenas irrelevantes daqueles fantásticos ídolos quase todos de mediano calibre - com excepção de dois ou três jogadores de grande mérito - que mais uma vez vão mostrar como 11 jogadores bastante razoáveis, dirigidos por um bonzo, não sabem jogar futebol como se formassem uma equipa funcional.

Até a TSF, uma radio que já foi noticiosa, interrompeu a emissão musical para dar em directo a chegada da Selecção Scolarina à Suiça.

De repente pensei que tínhamos ganho o Europeu ou o Mundial. Afinal, era apenas a chegada do grupinho de escolhidos pelo engenheiro técnico do futebol brasileiro que este país terceiromundista contratou para perpétuo seleccionador.

Mesmo que falte o pão, haverá circo e futebol.

O José de Sousa pode continuar alegremente a inventar empregos e investimentos virtuais.

Se não faltar a cerveja, esta malta ignara, subempregada e faminta continuará anestesiada com a diabólica propaganda socratina...


Não leia se for sensível aos exageros da linguagem.



É com textos como este que uns podem dizer que os blogues são um perigo, enquanto outros têm a necessidade de afirmar que, se não fossem os blogues, a liberdade de expressão em Portugal não passava de uma mera linha vazia de conteúdo de uma página qualquer da Constituição da República Portuguesa.

Se este nauseabundo regime político caísse, bem se poderia dizer que começou e acabou pelo cu.

Começou com o bando de cobardes e desertores que deram expressão prática ao ditado popular que diz que «quem tem cu tem medo». E andar na guerra, sobretudo uma guerra em defesa da Pátria, é coisa só para homens.

E acabaria com uma corja de pervertidos que deveriam usar o cu apenas para expelir o monte de merda de que é feito o seu carácter. Mas o seu miserável corpo está longe de ser um templo de Deus...

Por alguma razão a sigla MFA foi jocosamente desenvolvida como que significando Merda Feita em Abril. E não se ficou por Abril, porque Abril sempre...

Para gente de bem, de valores e de princípios, isto fede; isto é insuportável!

Isto é merda que nunca mais acaba!

Vivem na merda! Estimula-os sofregamente a merda! E obrigam todo o País a viver neste monte de merda.




Se se dedicassem à viticultura...




Senhor Scolari

Se o Senhor se dedicasse à viticultura em vez de ser Seleccionador Nacional, teria o nosso total apoio e o da esmagadora maioria dos Portugueses, à excepção de uns coxos, de uns zarolhos e do sr. Madahil.

Já agora, podia associar-se ao engenheiro técnico José de Sousa.
Teria uma boa colaboração, pelo menos no fabrico de vinho a martelo...
E daria também um bom técnico de vendas. Era capaz de vender água ao preço do vinho e manter-se a intrujar a populaça pelo menos durante quatro anos.

Mas ao fim de alguns anos era melhor dispensá-lo, porque vai ser difícil conseguir enganar tanta gente durante tanto tempo.

Desapareçam rapidamente e dediquem-se os dois à viticultura! O País muito vos agradecerá!...


Estaremos lá, para dizer NÃO!


Espiritualmente estaremos lá, em Belém!

E daqui recordamos que o Aborto Ortográfico começou a ser gerado com Cavaco Silva e está para sair à luz da institucionalização juridificante por José Sócrates, duas personalidades a quem a cultura portuguesa muito deve: um que não enxerga nada além de uns números que estudou nuns manuais de economia; outro que, descontados uns parcos conhecimentos de engenharia civil, que pouco mais dão do que para fazer umas barracas e uns currais de porcos, é um ignorante sobre tudo o que respeite à literatura ou à linguística.

Nem um nem outro se preocuparam em consultar quem sabia do assunto, sobre o qual um grupelho de iluminados escolhido por Cavaco Silva decidiu autocraticamente fazer um acordo apressado durante umas férias no Brasil.

Cavaco Silva e José Sócrates podem escrever como quiserem. Podem até nem escrever e limitarem-se a ter uns escrevinhadores para os seus discursos.

Daqui, fazemos votos para que, aqueles que usam a língua como um instrumento de expressão do pensamento, alicerçado numa história milenar, fiel às suas raízes latinas, que não se adquiriu numa loja dos trezentos para uso descartável, usem todos os meios possíveis para que a utilização do Aborto Ortográfico se restrinja ao bando de politiqueiros ignorantes que o quer impor a todos os outros portugueses.

Se a esmagadora dos escritores e professores portugueses se recusar a usar o Aborto Ortográfico, teremos um problema sem precedentes na história da nossa cultura quase milenar. Como será se se avançar para a desobediência civil contra este ultraje à nossa identidade cultural?

Pelo menos a mim ninguém me obrigará a usar esta monstruosidade cultural socratino-cavaquiana.


Manifesto contra o acordo ortográfico
Análise sobre acordo ortográfico entregue segunda-feira ao Presidente da República
30.05.2008 - 12h46 Lusa
Um dossier com pareceres "de índole fundamentalmente linguística", alguns dos quais inéditos, vai ser entregue segunda-feira ao Presidente da República por signatários do Manifesto em defesa da Língua Portuguesa contra o Acordo Ortográfico.

A entrega será feita por um grupo constituído por Vasco Graça Moura, Jorge Morais Barbosa, Maria Alzira Seixo e António Emiliano. A diligência ocorre precisamente um mês depois da elaboração do Manifesto.

Em declarações,Vasco Graça Moura precisou que, entre os pareceres, figuram os elaborados pela Comissão Nacional da Língua Portuguesa (CNALP), entretanto extinta, e pela Associação de Professores de Linguística e um inédito de António Emiliano, que descreveu como "a análise mais profunda que já se fez sobre o Acordo Ortográfico e a sua memória explicativa".

Rememorando as diligências até agora efectuadas pelos subscritores do Manifesto - cerca de 45.000 - o escritor e deputado chamou a atenção para o facto de "nenhum dos pareceres negativos" emitidos sobre o Acordo ter sido "ponderado pelas autoridades". Ultrapassado há muito o número de 4000 assinaturas necessário para que o Manifesto seja discutido na Assembleia da República, os peticionários apresentaram já neste órgão de soberania um pedido formal nesse sentido.

"O nosso Manifesto terá de ser analisado e discutido na Assembleia", vincou Graça Moura, esclarecendo que outras acções, designadamente "junto do governo", se seguirão para fazer valer as razões da oposição ao Manifesto.

Começando por ser uma iniciativa de 19 personalidades da cultura, política e economia, o Manifesto conta hoje com o apoio expresso de aproximadamente 45.000 pessoas. Pretende-se com ele "contribuir com um poderoso movimento de reflexão, apoiado pela opinião pública, sobre os defeitos do Acordo Ortográfico e a necessidade de o bloquear".

Os signatários denunciam no texto do Acordo "inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades", lamentam que "pareceres científicos e técnicos" como, por exemplo, o de Óscar Lopes, não tivessem sido tomados em consideração e que se avance "atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica".

O Acordo Ortográfico, que visa unificar a escrita do português, foi alcançado em finais de 1990 e deveria ter entrado em vigor em 1994.